As 17 incontestáveis leis do trabalho em equipe

Outubro 20, 2009

Tô dando sorte nos últimos amigos secretos que eu participo. Na última quinta-feira ganhei um best seller do John Maxwell altamente recomendado por um grande professor amigo meu.

Depois que eu eu lê-lo vocês já sabem: os comentários sobre o livro vão constar aqui no blog.

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Jeitinho brasileiro no debate

Outubro 20, 2009

Vale a pena dar uma passadinha no site www.centrodebate.org, mantido pelo gabinete do senador pernambucano Jarbas Vasconcelos. Rolou por lá uma discussão muito boa sobre o tema Jeitinho brasileiro.

Fiquem certos de que falar do jeitinho brasileiro sempre dá pano pra manga pra discussões muito boas. Esse tema também já foi assunto aqui no blog.

Uma entrevista que eu dei ao Jornal Estaciente do Rio em fevereiro/08 tá sendo recomendada como leitura adicional ao debate entre o professor Dacier Barros da UFPE e o diretor comercial Cassius Coelho.

Confira o link do debate aqui.

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Iniciativa e acabativa

Outubro 20, 2009

por Flávio Souza

Há um ditado chinês que diz: “Quem sabe e não faz, no fundo não sabe”.

 
Muito se ouve falar hoje em dia em iniciativa, as empresas, a política, as comunidades, o terceiro setor e o país buscam pessoas com essa competência que se resume na capacidade que todos nós temos de conceber novas idéias, de criar e iniciar projetos. Isso é iniciativa.
Você é uma pessoa com iniciativa? As pessoas de iniciativa têm mil idéias, são criativas, mas geralmente, deixam de lado e odeiam a rotina necessária para colocá-las em prática. Milhares de idéias e soluções das mais diversas são engavetadas dia após dia. Quanta genialidade desperdiçada…

Van Gogh, um dos gênios da pintura, criou verdadeiras obras de arte, deixando um legado maravilhoso para a humanidade. Em vida, morreu pobre e sem ter vendido um quadro. Iniciativa ele teve, faltou-lhe acabativa.
Isso mesmo, acabativa! Esta é a capacidade de colocar em prática uma idéia e levá-la até o fim. Você é uma pessoa com acabativa?

Acabativa é um neologismo que significa a capacidade que algumas pessoas possuem de terminar aquilo que elas próprias ou o que os outros começaram. A acabativa tem base na realização, isto é, realizar a ação necessária para alcançar resultados. A chave da acabativa, não é a idéia, a criação, a filosofia ou intelectualização, é o que você faz, é se comprometer com os resultados, aceitar a responsabilidade e agir de modo persistente.
Acabativos são aqueles que gostam de fazer as coisas acontecerem e não desanimam diante das dificuldades da trajetória: seguem em frente, implantam e conquistam. O que é importante perceber é que iniciativa sem acabativa são palavras ao vento, promessas não cumpridas, conhecimento sem praticidade e criação sem resultados. Acabativa sem iniciativa é fazer tudo sempre igual, rotineiramente, mesmo que os resultados sejam insatisfatórios. Muitas vezes, plantar um pé de tentativas para colher um caminhão de nada. Uma destas capacidades sem a outra é desperdício certo. Mas então, o que fazer?

Pense que você ganhou em uma loteria o carro de seus sonhos, Que carro é esse? Imagine que ao ir buscar o carro na concessionária você descobre que o carro não tem marcha-ré… Talvez você pense que tudo bem, afinal é o carro de seus sonhos. Você sai com o seu carro, se perde pela cidade e acaba entrando num beco sem saída, aí se lembra que o carro não tem marcha-ré… pronto! Você percebe então que por melhor que seja o carro, ele precisa andar para frente e para trás, não em uma única direção.
Iniciativa e acabativa são assim, uma sem a outra limita os nossos sonhos e as nossas realizações. Quantas pessoas têm dezenas de idéias e não fazem nada? Quantas pessoas estão cheias de vontades e não têm idéia do que fazer?
Para solucionar esta situação devemos entender que essas capacidades são complementares. Se você é cheio de iniciativa e pretende abrir um negócio, arrume um sócio que tenha acabativa, senão com o tempo você vai abominar a rotina empresarial. Outra solução mais eficaz é mudar. Mude! Amplie seus horizontes, tenha mais flexibilidade, desenvolva sua iniciativa se você tem uma tendência de acabativa e vice-versa, assim, você se torna um empreendedor.

Empreendedores têm iniciativa e acabativa; se abrem para um mundo de idéias e colocam a mão na massa para implantá-las.
Para perceber como vem sendo sua atitude, pergunte-se:
Tenho mais iniciativa ou acabativa?
Como faço para me tornar um empreendedor?
Em que projetos de minha carreira precisam de iniciativa para mudar?
Em que projetos de minha carreira precisam de acabativa para implantar?
Em quais projetos de minha vida, preciso de acabativa para implantar?
Que áreas de minha vida precisa empreender mais?
O que vou fazer?
Como vou fazer?
Quando vou fazer?

Lembre-se que antes de liderar qualquer pessoa ou situação com eficácia e resultados satisfatórios você deve liderar primeiro a si mesmo. Acredite em seu potencial, desperte o gigante que existe em você, veja-se como o vencedor que é e empreenda a sua própria jornada de conquistas.
Como citado por William J. Brujan :”O destino não é uma questão de oportunidade. É uma questão de escolha. Não é algo para se ficar esperando, é algo para ser conquistado”.

Seja um empreendedor de sua vida, o maior resultado que você tem direito é a sua felicidade. Isso só depende de você!


Os 20 mandamentos da boa gestão

Outubro 20, 2009

por Fernando Portella

Essas são algumas dúvidas que volta e meia tiram o sono de qualquer profissional. Algumas delas são fáceis de solucionar, outras, no entanto, demandam muito esforço. Para facilitar um pouco este trabalho, desenvolvemos ao longo de nossa carreira profissional os 20 Mandamentos da Boa Gestão.

São ideias e soluções capazes de nortear a trajetória em tempos de crise, que mesmo que muitos digam que já passou, ainda afeta o dia a dia das companhias ao redor do mundo. Embora o talento prevaleça, uma gestão competente ainda é primordial. Ao adotar estas regras um gestor pode garantir além do próprio sucesso, maior rentabilidade para sua empresa, fazendo com que ambos passem pela crise sem solavancos. São elas:

1 – O mercado é absoluto: acompanhe o concorrente, mas não necessariamente siga-o.

2 – Cash is king. Jamais esqueça.

3 – Retorno sobre o capital investido será sempre cobrado. Só você será culpado se o “payback” não aparecer.

4 – Somente lucros constantes e crescentes preservam uma relação sustentada entre executivos e acionistas.

5 – Seja político, mas não faça política na empresa.

6 – A decisão sempre é financeira. Mesmo sendo estratégica, ela tem que ser respaldada por base quantitativa.

7 – Seja cuidadoso, mas transparente.

8 – Preserve sempre o brilho nos olhos.

9 – Domine os números de sua área.

10 – Entenda sempre o modelo econômico e os fatores críticos de sucesso do negócio/setor que dirige.

11 – Faça sempre o crivo das questões fiscais e legais que suportam suas decisões. Entenda o risco, mas não tenha medo de tomar a decisão.

12- Nunca abra mão dos juros. Renegocie o principal, nunca os juros.

13 – Não diga não aos acionistas, diga que é prematuro.

14 – Não leve problemas aos acionistas. Leve um diagnóstico claro do problema, sua recomendação para solucioná-lo, os resultados esperados e um plano de ação.

15 – Você pode ter a caneta, mas o tinteiro está com os acionistas. Use a exata quantidade de tinta que lhe é dada, nem mais nem menos. Seus resultados é que vão lhe assegurar uma quantidade crescente de tinta.

16 – Seu aprimoramento profissional deve ser constante.

17 – Formação acadêmica é essencial. Não pare nunca de estudar, formal e informalmente.

18 – Tenha “hobbies” e amigos fora do seu dia a dia de trabalho. Construa “network” dentro e fora do setor que você atua.

19 – Tenha sempre empatia.

20 – Foque sempre no “red issue” (o que está tirando seu sono). Energia é escassa e deve ser usada com foco.

Seguindo essas dicas, você terá um caminho mais promissor. Só uma última dica: esteja alinhado com seu objetivo 24 horas por dia, 7 dias por semana, o ano inteiro.


Pedido de desculpas

Outubro 20, 2009

Com o tempo super apertado na empresa (segundo semestre o bicho pega no meu segmento) e um monte de aulas pra ministrar durante a noite na faculdade, o tempo tem ficado muito escasso pra atualizar o blog.

A pressão é grande mas vou corrigir isso nos próximos dias!

Pra não deixar passar em branco, depois de algum tempo sem atualizar o PDVT, vou aproveitar uma série de bons textos que recebi de grandes amigos e que vocês poderão ler nos posts acima.

Meus agradecimentos a Katia Leite da Unilever e ao Ricardo Nunes da Saint-Gobain pelo envio.

Curtam!


Contra preconceito, jovem da periferia investe na aparência

Setembro 2, 2009

Do Canal Executivo UOL

Apesar dos poucos recursos, os jovens da periferia gastam seu dinheiro principalmente em cuidados com a aparência. A escolha é uma tentativa de fugir dos preconceitos que sofrem e serem aceitos pelo seu grupo social e pela sociedade. A cientista social Paula Nascimento da Silva pesquisou o tema em seu mestrado, concluído em 2008, pela Faculdade de Educação (FE) da USP como bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Paula estudou o Grupo de Assistência Social Bom Caminho, na periferia da Zona Oeste de São Paulo. A instituição trabalha com cerca de 160 jovens da comunidade, discutindo educação, família, saúde, violência e outros temas. “Eu entrei na instituição como voluntária e, durante quatro anos, além das atividades sociais, realizei entrevistas e questionários, com jovens de 13 a 21 anos, sobre consumo e assuntos relacionados”, conta.

O objetivo da pesquisa foi identificar quais bens de consumo eram privilegiados por esses jovens e o porquê. Pelas entrevistas, Paula constatou que os jovens privilegiam o vestuário e objetos que compõem a aparência pessoal, como tênis, roupas, produtos de cabelo, cosméticos etc.. Uma das perguntas realizadas foi o que o jovem compraria se tivesse R$ 500 à mão naquele momento. Apesar de aparecerem respostas como ajudar a família, as contas da casa ou comprar alimentos, predominaram os gastos com a aparência.

Falta de emprego

Diferentemente do jovem de classe média e alta, que não tem grandes dificuldades para conseguir trabalho ou estágios, o jovem da periferia geralmente não tem emprego formal, a maioria faz bicos eventuais. Com o tráfico e outras atividades ilegais — sempre mais presentes que para outros grupos sociais — eles podem ganhar mais dinheiro em bem menos tempo. “A questão que eu levantei foi: por que esses jovens arriscam a vida para ganhar dinheiro e gastam com coisas aparentemente supérfluas, como tênis de marca, roupas, festas e baladas?”, questiona a pesquisadora.

A resposta é que esses jovens especificamente são estigmatizados como marginais, que não trabalham. Há assim um preconceito muito forte da sociedade em geral, mas se ignora que eles têm uma vitimização muito maior que em outros setores e faixas etárias da sociedade. Por exemplo, o Brasil tem uma taxa de homicídios violentos de cerca 48 casos para cada 1.000 mortes na população geral. Na periferia de São Paulo, entre os jovens do sexo masculino, essa taxa sobe para 106 casos.

A pesquisa de campo mostrou que, quando os jovens saem da periferia, eles sofrem esse olhar de discriminação. “Um exemplo típico é quando ele vai ao shopping e o segurança o aborda perguntando o que ele está fazendo ali”, explica Paula. “Pensando nisso, percebi que o consumo está diretamente ligado ao preconceito”. A tentativa em mudar a aparência é também uma tentativa de fugir desse estigma negativo que existe em relação ao jovem da periferia.

Assim, a pergunta inicial está respondida: porque o jovem privilegia bens de consumo aparentemente desnecessários? A pesquisa mostrou que vestuário e aparência não são gastos supérfluos para o jovem da periferia, muito pelo contrário. “Como eles são excluídos pela sociedade, vivendo sem segurança, saúde e educação, as possibilidades de construir um futuro estão muito distantes. Nesse contexto, o consumo ligado à aparência traz resultados mais rápidos e evidentes”, explica a pesquisadora.

Alternativas à exclusão

Ao invés de construir uma formação, o jovem, para fugir dos estereótipos e ser aceito em seu próprio grupo, tenta aparentar algo mais próximo do que a sociedade aceita e valoriza. Paula esclarece que o jovem nessa faixa etária tem fragilidade e a necessidade de reconhecimento e aceitação. “E esse reconhecimento se dá pelo que o jovem tem materialmente, pois vivemos numa sociedade de consumo”.

Segundo a socióloga, falta ao poder público não apenas conscientizar esse jovem, para que ele use seus poucos recursos em algo mais necessário e construtivo, mas, principalmente construir melhores condições de educação, saúde, alimentação e moradia. “A sociedade exige que ele esteja inserido nesse imperativo social, e seria insensato exigir que o jovem da periferia nade contra a corrente da sociedade de consumo e ainda vença os muitos preconceitos que sofre”, diz. (Paulo Roberto Andrade – Agência USP de Notícias)


Petrobras é a empresa mais desejada por jovens brasileiros

Setembro 2, 2009

Principal motivo que levou a estatal à liderança pela quinta vez consecutiva é o crescimento profissional que ela pode proporcionar.

pela Revista EXAME, 27/08/09

Petrobras-b    Pela quinta vez consecutiva, a Petrobras foi considerada a empresa mais desejada entre os jovens brasileiros, na pesquisa online “Empresa dos Sonhos dos Jovens”, realizada pela Cia de Talentos, do Grupo DMRH, em parceria com a consultoria TNS. Na oitava edição, 30.000 jovens universitários e recém-formados foram ouvidos para formar o ranking. Na sequência aparecem Google e Unilever, que mantiveram a mesma posição do ano passado. Há na lista Vale, Nestlé, Natura, Itaú Unibanco, Microsoft, Rede Globo e AmBev, que, pela primeira vez, aparece entre as dez companhias mais citadas pelos jovens.

O principal motivo de escolha de uma empresa para os jovens foi o crescimento profissional que ela propicia. O item “bons salários” e “benefícios” o mais votado na última edição -, caiu para a quarta. “Os jovens estão em busca de realização profissional e o dinheiro é visto como resultado de um bom trabalho feito na sua área de atuação”, afirmou Sofia Esteves, presidente do Grupo DMRH, em nota.

1. Crescimento Profissional
2. Desenvolvimento Profissional
3. Ambiente de trabalho agradável
4. Bons salários e benefícios
5. Apoio a cursos e treinamentosO desejo por um crescimento profissional também faz com que os jovens fiquem dispostos a permanecer numa empresa por um período mais longo O tempo médio observado na pesquisa é de 10 anos.

Até 4 anos - 13%
De 4 a 6 anos – 25%
De 6 a 10 anos – 26%
De 10 a 20 anos – 16%
Mais de 20 anos – 19%

Por que sair de uma empresa
Metade dos entrevistados disse que a falta de crescimento profissional seria a principal razão para trocar de companhia. A falta de um ambiente de trabalho agradável faria 48% procurar outro emprego. Na sequencia, 38% mencionaram a falta de desenvolvimento profissional e 34% disseram que não ter salário e benefícios adequados ao cargo seria um motivo para trocar de empresa.

A pesquisa mostra ainda que 60% dos jovens escolhem uma empresa pela imagem que a companhia passa por meio da qualidade de seus produtos e serviços. Já 55% tomaram a decisão com base no que é divulgado na imprensa. Conhecer alguém que trabalha ou trabalhou na empresa foi o motivo citado por 46% dos entrevistados. A busca de informações nos sites das companhias ficou com 36% dos votos. Já 29% dos jovens disseram que não recorram a fontes, pois é natural que uma empresa de grande porte ofereça aquilo que ele busca numa organização.

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Obama é o líder ideal
Neste ano, a pesquisa também perguntou aos jovens quem são seus líderes. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, liderou o ranking. Lula, ficou em terceiro lugar, logo atrás do empresário Roberto Justus. Conheça as dez personalidades mais admiradas pelos jovens brasileiros:

1. Barack Obama
2. Roberto Justus
3. Luis Inácio Lula da Silva
4. Jesus
5. Steve Jobs
6. Pai/mãe
7. Silvio Santos
8. Bill Gates
9. Mahatma Gandhi
10. Bernardinho


O plano de fuga quando o chefe é você.

Agosto 23, 2009

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Quando as coisas não estão legais na empresa onde você trabalha (leia-se clima ruim, chefe ruim, baixas perspectivas e zero de valorização) eu sempre recomendo um plano de fuga pra quem eu conheço.

Fugir não significa pular do barco porque a situação da empresa está ruim. Na maior parte das vezes é justamente o contrario: é porque você não está feliz numa empresa que até tá indo muito bem.

Um plano de fuga é exatamente o que um detento faz quando quer sair da cadeia. Um plano de inteligência com cronograma, avaliação dos recursos disponíveis e metas, que quando bem executado, cumpre o objetivo de deixar o sujeito do lado de fora da prisão.

Eu costumo dizer FUGA porque quando não se está feliz na empresa em que se trabalha, a segunda-feira é um martírio doloroso, o escritório vira uma cadeia e apesar disso tudo, conseguir sair nem sempre é uma tarefa fácil.

Fugir, costuma ser uma tarefa mais fácil quando você é analista, assistente ou auxiliar. Geralmente, para estes cargos, as possibilidades que vão te fazer “trocar de empresa” são diferentes e até mais simples do que se o cargo for estratégico.

A bronca de quem trabalha em cargo estratégico é que você tá afundado na empresa até o pescoço e sair sempre costuma ser um processo difícil pra um supervisor, gerente ou diretor.

As recomendações mais comuns costumam dizer que o gerente deve se utilizar do networking adquirido pra buscar uma recolocação, se inscrever em consultorias de RH, fazer coaching ou adquirir novos conhecimentos que possam levá-lo a outras esferas profissionais.

Uma das coisas, porém, do qual todo líder de empresa deve ficar atento é no seu comportamento na empresa depois que o plano de fuga foi traçado e a contagem regressiva começa.

Nessas horas, você deve virar um PLAYER e jogar o tempo todo com as situações que chegam pra você. Afinal, referências positivas da última empresa  sempre serão bemvindas. Você não quer sair porque resolveu chutar o pau da barraca e depois foi demitido, não é?

Na pele de um líder, com um plano de fuga pronto e em ponto de bala pra decolar eu ficaria atento para as seguintes recomendações se você já tem alguma empresa em vista ou definitivamente não pretende ficar na empresa onde está:

- Jamais deixe claro exatamente aquilo que você pensa. Você vai precisar ser ainda mais conciliador daqui pra frente;

- Não se queixe da sua situação com subordinados. Guarde os seus desabafos pra sua esposa;

- Se o seu superior é do tipo difícil de lidar, deixe a vaidade de lado e pare de fazer questão sobre coisas para o qual você antes o questionava;

- Aproveite todo o tempo livre para aperfeiçoar o plano, fazer contatos e até mesmo adquirir conhecimentos que vão elevar o seu valor nas empresas em que você pretende trabalhar.

- Se  a auto-estima está em baixa, alimente o seu respeito próprio com atitudes que valorizem você.

- Jogue muito. Ser político e conciliador garantirá o tempo que você precisa pro cronograma dar certo.

São idéias que eu ainda estou amadurecendo antes de passar pra frente. Acredito que observando melhor algumas situações terei algo mais temperado e mais objetivo pra recomendar aqui no blog.

Trabalhar feliz é uma possibilidade se você tiver um bom plano de fuga pra outro lugar. 

Bom plano de fuga!


Decisão de compra por Rafael Lucian

Junho 10, 2009

LUCIAN No próximo dia 16, às 19hs o meu amigo Rafael Lucian lançará pela Editora Universitária o livro Sobrecarga de informações e o processo de decisão de compra na Livraria Saraiva do Shopping Recife.

Uma ótima oportunidade pra sacar a lógica de como o consumidor decide sobre a compra de um produto, diante da disponibilidade de tanta informação.

Será que tanta informação assim significa um EFEITO POSITIVO na hora de decidir o que comprar?

Sobrecarga de informações e o processo de decisão de compra.

Rafael Lucian na Saraiva Megastore do Shopping Recife

16/06, terça-feira, 19:00hs

Agendado!


Teatro de improviso de primeira

Junho 2, 2009

Se você curte teatro de improviso, você não pode deixar de conhecer o programa Quinta Categoria da MTV.

Uma sacada muito boa da MTV nos domingos às 17:30 e uma ótima opção pras reuniões de amigos.

E porque não também pras dinâmicas de grupo organizadas pelo RH das empresas?