9 anos de Google

Setembro 27, 2007

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O buscador mais acessado do mundo completa hoje 9 anos e mal chegou à pré-adolescência, já teve em 2007 a sua marca indicada como a mais valiosa do mundo deixando pra trás gigantes corporativas como a Coca-Cola, a Sony e a Mercedes.

A empresa do Larry Page e do Sergei Brin não pára de criar ferramentas e utilitários que estão fazendo uma enorme diferença na forma como as pessoas se relacionam, se divertem, estudam, se comunicam, armazenam e compartilham informações.

Inovação! Trabalho! Criatividade!

Google Busca, Orkut, GoogleEarth, Google Acadêmico, Blogger, Picasa, Youtube, GoogleTalk, Gmail, GoogleDocs.

Você consegue imaginar a internet sem eles?

Pra comemorar o aniversário do Google, eu te convido a conferir todas as logos usadas pelo Google nestes últimos nove anos: clique aqui para visualizar.  


O plano pra enxergar mais longe – 2a. missão

Setembro 23, 2007

 2a. MISSÃO – FAÇA UMA ANÁLISE SWOT

S de Strenghts (pontos fortes); W de Weaknesses (pontos fracos); O de Oportunities (oportunidades) e T de Threats (ameaças).

Uma das melhores formas de organizar a informação que você obteve fazendo um diagnóstico da sua empresa, do mercado e da concorrência é adequá-la a um sumário SWOT. De agora em diante, você precisa usar as informações que você pesquisou para transformá-la em estratégia no seu negócio. Dá uma sacada em alguns exemplos:

Oportunidades

- Existe demanda para um produto que você ainda não oferece mas tem capacidade para desenvolver;

- Existe a possibilidade de expandir a venda de produtos para mercados ou segmentos diferentes dos que você hoje atua;

- Seus concorrentes estão oferecendo um serviço muito ruim para os clientes deles e você precisa mostrar isso pra estes clientes (que tal pensar na estratégia da OI na hora de formar uma verdadeira cruzada através de propagandas na TV e pela internet contra o celular bloqueado oferecido pelas outras operadoras?)

Ameaças

- O seu concorrente acabou de anunciar um produto com qualidade similar e preço mais baixo;

- O concorrente se antecipou nas campanhas promocionais;

- Você percebe que os seus funcionários são mal treinados e totalmente despreparados para resolver os menores problemas dos seu clientes;

- Sua empresa investe pouco em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos ou novas idéias.

Pontos fortes

- A empresa possui uma marca conhecida e tem a confiança dos consumidores;

- Possui funcionários preparados para entender a necessidade dos seus clientes, sugerir pontos de aperfeiçoamento no serviço oferecido, além de motivação suficiente para reagir de forma satisfatória às mudanças;

- Você tem tecnologia e infra-estrutura pra cumprir prazos e oferecer condições de compras de forma satisfatória ao seu cliente.

Pontos fracos

-  O produto da concorrência tem qualidade ligeiramente superior a do seu produto;

- Você ainda não situou o seu produto da melhor forma no mercado porque ainda compreende mal os consumidores.

 

É claro que eu não ambicionei aqui esgotar tudo aquilo que você pode classificar dentro de um sumário SWOT. O sumário é importante pra que você planifique toda a informação que você conseguiu e tenha idéias, muitas idéias de como minimizar as ameaças e os pontos fracos e de como potencializar as oportunidades e os pontos fortes.

Na próxima segunda-feira a missão número 3 tá no ar. Eu quero ver você enxergando claramente como melhorar as coisas na sua empresa quando a necessidade ainda estiver à quilômetros de distância.

Arrebenta!

 


O que me faz pensar num Brasil onde as coisas funcionam

Setembro 21, 2007

O jovem precisa buscar mais informações, saber qual sua importância individual e do seu grupo para o crescimento do País. O crescimento do Brasil é um vôo de galinha: voa um pouco e pára, vai mais um pouco e pára de novo; não é uma coisa constante. A juventude tem que se mobilizar, capacitar, quebrar paradigmas, acreditar que podemos fazer as coisas mudarem, sim. É fácil criticar a política, mas não participar dela. No final sobra o que há de pior, pessoas que querem usar a política em benefício próprio. Aqui, não teremos nunca uma revolução, então as coisas têm que começar a mudar de cima pra baixo. Eu acho que os jovens estão perpetuando cada vez mais o imediatismo, a futilidade, deixando de lado mais uma vez a chance de colocar a mão na massa para mudar. Mas eu fico feliz porque vejo alguma mudança. Cada jovem tem que acreditar que ele é fundamental para a mudança e que ele é um divisor de águas entre tudo o que já existiu até agora e o que vai ser daqui pra frente.”

Carlos Eduardo Sedeh, do provedor Samba, em entrevista publicada na CATHO em 04/07/2005 .


15 de outubro – Dia de ação dos blogs

Setembro 21, 2007

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No próximo dia 15 de outubro, blogs do mundo inteiro irão se dedicar a uma causa única: acordar o mundo para a causa ambiental. Essa é a proposta do Blog Action Day - dedicar um dia no ano para que blogs do mundo todo falem sobre o mesmo assunto de uma forma mais original e muito mais impactante do que a babaquice do Al Gore chamada de Live Earth. 

O Peça Demissão e vá trabalhar! vai entrar nessa. No dia 15 de outubro eu pretendo postar sobre empresas, consciência ambiental, sobre aquilo que já tá sendo feito e o que ainda tá faltando fazer.

Se você tem um blog e pretende inscrevê-lo na causa clique aqui para registrá-lo no Action day.


O plano pra enxergar mais longe – 1a. missão

Setembro 16, 2007

idee.jpg 1a. MISSÃO -  FAÇA UM DIAGNÓSTICO

 O plano pra sua empresa enxergar mais longe começa nesta segunda-feira. Nas próximas oito semanas eu pretendo postar aqui oito missões que vão fazer toda a diferença na sua forma de fazer negócios daqui pra frente. A primeira missão do plano é a de traçar um diagnóstico do seu posicionamento e para isto leve em consideração três níveis: o mercado em que você está inserido, a sua empresa e o seu concorrente. Aí vai:

1. O SEU MERCADO: você não pode servir a todos os clientes porque as necessidades são diversas demais. Tenha FOCO! Se todos os empreendedores do Brasil, entendessem qual é o seu mercado alvo, provavelmente a maior parte das empresas não fecharia com menos de três anos de idade. O empresário erra quando não sabe dizer quem é o cliente típico do negócio dele. Entenda o seu mercado procurando saber à respeito das seguintes informações:

- Quais as motivações de compra do meu segmento? O que influencia o meu cliente a comprar?

- Qual o tamanho do meu mercado?

- Que oportunidades e nichos posso identificar? 

2. A SUA EMPRESA: Neste ponto, tenha em mente que se você pretende tomar boas decisões é muito importante que você as baseie em cima das informações que você tem, enfim, qualquer passo à frente deve ser calculado à partir do que você sabe sobre a sua empresa:

- Saiba na ponta da língua quais são os seus custos, qual a evolução do seu volume de vendas e qual é a sua participação no mercado que você atua;

- De que forma você tem utilizado as informações que você possui à respeito do seu cliente? Ter somente os dados pessoais básicos como data de aniversário, endereço, telefone e e-mail não é o suficiente. Você deve aperfeiçoar estes dados com as preferências dele, nomes pessoas que influenciam a compra e assuntos de seu interesse particular (dica: procure aqui no blog o artigo “as 66 do Mackay”);

- Pergunte ao seu cliente como ele lhe enxerga. Pergunte à aquele que nunca lhe compra, porque ele nunca faz negócios com você;

- Analise exaustivamente os recursos humanos e técnicos que você possui na empresa.

3. O SEU CONCORRENTE: Se quando você se refere à ele, o chama de seu concorrente, nada mais justo do que entender muito bem o que é “seu”, concorda?

- Identifique os seus principais concorrentes e analise-os com uma lupa;

- Entenda porque os clientes “deles” ainda não são os “seus” clientes, a justificativa pra isso pode estar em uma porção de motivos: o seu preço é diferente, o serviço oferecido é inferior ou o seu canal de distribuição não atinge a estes clientes;

- Faça um histórico das ações dos seus concorrentes: anote tudo que eles fazem, as sequências de promoções, os descontos dados em produtos em meses determinados, os insucessos e as coisas que dão certo. Marque a informação de perto.

- Faça um 4P do seu concorrente (o velho 4P do marketing) – entenda o porquê do preço oferecido, o papel do ponto de venda em que ele se estabeleceu, o tipo de produto que ele vende e a forma como ele divulga esse produto (promoção). Entenda isso tudo. Estude, estude.

 

Na próxima segunda-feira a gente conversa sobre a 2a. missão do plano.

Arrebenta!


Celestial!

Setembro 12, 2007

Pavarotti canta “Nessun Dorma” em Paris, 1998.

A homenagem do blog ao tenor que trouxe a música clássica pro povo. E fez com que o garoto aqui, com apenas 13 anos de idade, aprendesse a apreciar Verdi com a mesma dedicação com que ouvia o rock n´roll de Ozzy Ousborne. 


O plano pra enxergar mais longe

Setembro 12, 2007

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A maior parte das empresas adota uma postura reativa ao mercado. É somente quando um concorrente novo surge na área ou velhos concorrentes surgem com novos produtos que a movimentação começa. Seguindo uma ótica de curto prazo, a maior parte delas passa a anunciar serviços que não pode entregar e traçar metas que elas nem sonham em cumprir, simplemente, porque não planejaram antes que nada disso pudesse acontecer.

Se tem uma coisa que eu, sem falsa modéstia, sei fazer é planejar as coisas que eu pretendo que aconteçam comigo. Se você me perguntar onde é que eu vou estar no ano que vem, é claro que eu não tenho bola de cristal pra adivinhar, mas eu sei te dizer e-xa-ta-men-te o que eu vou estar fazendo pra chegar aonde eu quero chegar.

Com as empresas isso não é diferente. 

O planejar necessário pra antecipar o futuro e ensaiar decisões parece ficar em segundo plano em algumas situações.

Semanalmente eu vou estar postando no blog o PLANO PRA ENXERGAR MAIS LONGE. São OITO pontos que eu considero fundamentais pra você ir mais longe com a estratégia de fazer a sua empresa decolar.

Eu quero te falar de coisas que eu considero SUPERIMPORTANTES pra que você dê um UP nos negócios.

Business, man!

Planejamento! 

Plano pra enxergar mais longe nas próximas oito semanas!

 


Finalmente, o que é uma marca?

Setembro 6, 2007


Seminário: em busca da excelência

Setembro 4, 2007

No próximo dia 18, no auditório do SEBRAE em Recife, o Programa Pernambucano de Qualidade – Propeq vai estar organizando o seminário “Em busca da excelência” o encontro começa as 9h da manhã e tem 200 vagas que devem ser preenchidas à partir de inscrição prévia via web. O seminário é dirigido a micro e pequenos empresários, embora a galera muito esperta (?!?) do Sebrae tenha definido, na ocasião, apresentar o case da Gerdau (que de micro e pequena não tem nada) como o exemplo de cultura de qualidade no estado.

O evento terá espaço para debate e deve terminar as 16h. Eu não pretendo aparecer por lá, mas tá registrado aí pra você que pretende ir e conferir. Já que eu dei a dica, depois você passa por aqui e conta como foi.


Ela pediu demissão e foi trabalhar

Setembro 4, 2007

Na semana passada eu tive a oportunidade de ler o relatório de estágio escrito pela minha namorada em maio de 2006, quando ela ainda era estudante de administração na Universidade Federal aqui em Recife.

Eu sou um namorado completamente apaixonado pelas idéias da minha garota. A gente compartilha as mesmas opiniões quando o assunto é TRABALHO.

Em 2006, ela passou no concurso e estagiou no Tribunal de Justiça aqui de Pernambuco. Quatro meses foi tempo suficiente pra ela conhecer um pouco da “dinâmica” do funcionalismo público no Fórum em Recife e pedir pra cair fora. O relatório da lôrinha é um verdadeiro manifesto da filosofia do blog.

Confira:

“O processo de aprendizagem é algo contínuo, e é preciso uma dinâmica entre teoria e prática. Nos dias atuais, as organizações – sejam públicas ou privadas – necessitam de profissionais capacitados e com relativa experiência de mercado. Foi com este intuito: vontade de aprender e de unir a vida acadêmica com a atividade prática relacionada que participei do concurso do TJPE.

(…)

Em sendo encaminhada para o Fórum do Recife, percebi no primeiro contato que não havia um compromisso quanto aos horários de chegada ao trabalho, tanto das secretárias quanto do administrador e dos assistentes técnicos. Cheguei pontualmente às 8h da manhã, no entanto, a primeira pessoa a chegar – a secretária – chegou às 9:30h. E assim seguiram-se as demais. Isto não foi um fato isolado, tornou a se repetir durante os dois meses em que permaneci no estágio.

No meu dia-a-dia, esperei por orientação e ilustrações práticas, mas não as obtive. Muito pelo contrário. Inicialmente, percebendo o tempo perdido, fui chamada por um assistente técnico, o qual me encaminhou em algumas atividades da área. A surpresa pela velocidade da execução destas mesmas atividades assustou as secretárias, que constantemente me diziam para ser mais lenta, inclusive, que “se fossem eu, ficariam uma semana para fazer o trabalho e não tentariam ser tão rápidas. Só assim eu ficaria folgada”(sic). Tempos depois o assistente técnico foi exonerado.

Na chegada de um segundo assessor técnico, fui chamada para realizar projetos básicos. Tendo este assessor encontrado outro emprego, fui chamada, a portas fechadas, para uma conversa. Lá, fui informada que o mesmo não continuaria em sua função, mas que eu (a estagiária) faria as funções da competência dele. Ou seja, “eu seria a administradora do prédio e que ele, o assessor, compareceria nos horários de almoço para canetar os documentos por mim elaborados”.

Dias se passaram e nada me aparecia, quer dizer, passei tacitamente a ser a secretária da secretária. Ou melhor, atendia os telefonemas e informava-a sobre a pessoa que a procurara. Espantoso demais. Percebendo estas situações, fui me acomodando e passei a usar o tempo no estágio para estudar. Este foi o grande aprendizado que tive no meu estágio, no Tribunal de Justiça de Pernambuco: as pessoas por lá são acomodadas, não apresentam competência técnica para seus cargos e há pouco trabalho para muita gente. E mais, percebi que posso aprender realmente em outro ambiente, pois este emburrece.

Também é verdade que me relacionei bem com as pessoas, ri e me diverti em alguns momentos, ajudei e fui ajudada. Conversas boas foram travadas, mas nada que justifique a permanência no ambiente.

Vislumbrar um estágio com carga horária fácil e com uma bolsa motivante, foi algo que me fez permanecer por mais um tempo neste. Contudo, se critico aqueles que lá trabalharam por sua acomodação, não pretendo fazer o mesmo. Muitos são prestadores de serviços (terceirizados), mas há aqueles que são funcionários do Tribunal, logo, recebem dinheiro pelos pagamentos oriundos da sociedade. Eu fui uma destes. Acho injusto diante desta situação e, por isso, peço distrato do estágio.

É com frustração que saio e com tristeza pelos caminhos traçados hoje no funcionalismo público”.

A lôrinha pediu demissão.

E foi trabalhar.

 

E EU AGORA TE PERGUNTO…

No Brasil dos funcionários públicos ociosos e bem remunerados e dos donos de cursinhos que enchem os bolsos, o presidente Lula acaba de divulgar a pretensão de contratar em 2008, mais de quarenta mil novos funcionários só pro Executivo.

Você aguenta isso? Você topa pagar o salário deles?

Eu acredito num Brasil com mais estímulo ao empreendedorismo, com mais estímulo à vontade de estudar mais e com menos funcionários públicos.

Num presidente CEO com a responsabilidade de criar riquezas e não de usurpá-la sob a forma de pouco trabalho e salários legais.

Eu acredito na propriedade privada onde quem é ruim e faz corpo mole cai fora.

A minha opinião é que quem tiver afim de ganhar salário dos impostos que a gente paga devolvendo pouco a sociedade tinha que ser exportado pro Iraque.

Eu sou doido pra ver um Brasil com funcionários públicos doidos pra cair fora do tédio do departamento…

… e loucos pra arrebentar a boca do balão em uma empresa privada. 

 

Peça Demissão e vá trabalhar!