As 17 incontestáveis leis do trabalho em equipe

Outubro 20, 2009

Tô dando sorte nos últimos amigos secretos que eu participo. Na última quinta-feira ganhei um best seller do John Maxwell altamente recomendado por um grande professor amigo meu.

Depois que eu eu lê-lo vocês já sabem: os comentários sobre o livro vão constar aqui no blog.

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Decisão de compra por Rafael Lucian

Junho 10, 2009

LUCIAN No próximo dia 16, às 19hs o meu amigo Rafael Lucian lançará pela Editora Universitária o livro Sobrecarga de informações e o processo de decisão de compra na Livraria Saraiva do Shopping Recife.

Uma ótima oportunidade pra sacar a lógica de como o consumidor decide sobre a compra de um produto, diante da disponibilidade de tanta informação.

Será que tanta informação assim significa um EFEITO POSITIVO na hora de decidir o que comprar?

Sobrecarga de informações e o processo de decisão de compra.

Rafael Lucian na Saraiva Megastore do Shopping Recife

16/06, terça-feira, 19:00hs

Agendado!


Sun Tzu e Mario Puzo

Abril 8, 2009

Se eu pudesse recomendar dois livros, somente dois livros, pra te ajudar sobre como se comportar nos negócios e na vida eu te recomendaria A arte da Guerra e O Poderoso Chefão.

Eu arriscaria até a dizer que ambos são complementares embora de um livro para o outro exista um intervalo absurdo: Sun Tzu escreveu a Arte da Guerra por volta de 500 a.C enquanto Mario Puzo, deu vida a Dom Vito Corleone, o poderoso chefão, somente em 1969 (d.C claro!).

Ah e não esqueça do filme: Francis Ford Copolla iniciou a trilogia da obra de Mario Puzo em 1975. O livro sem o filme e o filme sem o livro perdem um bocado do sentido.

A arte da Guerra é um tratado estratégico sobre guerra para generais chineses da antiguidade. Foi o livro de cabeceira de Napoleão e de outros grandes generais, enquanto Mario Puzo criou um romance majestoso sobre uma familia de gangsters ítalo-americanos numa guerra pelo poder e pela influência.

Estas duas obras são o meu I-Ching de frases e conselhos sábios de como se comportar pra liderar, influenciar, relacionar-se, cuidar da minha família e conseguir resultados nos meus objetivos. Eu amo estes dois livros.

A guerra acontece todo dia e o tempo todo. O desafio pra você é diário.

O dia em que você se sentir seguro, confortável e em paz  será o dia em que você vai morrer.


Jack definitivo, o manual do CEO

Março 25, 2009

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“Nunca faça concessões que contrariem sua capacidade de ser você mesmo, nem pelo melhor cargo do mundo”

Terminei de ler o Jack Definitivo, autobiografia do ex-CEO da General Electric ontem. Um grande livro não só no tamanho (+ de 500 páginas) mas também no conteúdo extremamente relevante. Mereceu, inclusive, uma revisão e um breve resumo dos meus pontos preferidos num caderno novo que tenho em casa.

A GE é uma empresa gigantesca com negócios que variam de motores de aviões, canais de TV, cartões de crédito, geladeiras e antigamente até mesmo torradeiras elétricas (na década de 80 a primeira geladeira dos meus pais era uma GE vermelha, horrível). Esse colosso dos negócios foi comandado por Welch de 1980 a 2000.

Uma das coisas que mais me chamaram a atenção no livro é a cultura do mérito implantada por Welch na GE. Será que daria certo numa empresa brasileira criar o procedimento de demitir todos os anos os 10% de pior desempenho sem discussão, sem justificativas só com base no resultado puro e seco? Eu acho que a perspectiva paternalista dos nossos funcionários iria fazer a maioria sofrer um bocado… alguém conhece alguma experiência assim nas empresas brasileiras?

Se funcionou na GE, funcionaria aqui?

O melhor do “manual” é que apesar de Jack ter sido um executivo brilhante o cara faz questão de mostrar no livro que ele é de “carne e osso” e revela  trapalhadas homéricas como a explosão do telhado de uma das fábricas da GE enquanto ele fazia experiências no laboratório no início de sua carreira, ou em outra ocasião em que ele troca uma das cartas-propostas de negócio a serem entregues aos japoneses da Mitsubishi e por pouco não bagunça todo o fechamento do negócio.

Justamente no episódio da explosão da fábrica, vai uma aula de liderança não de Jack, mas do superior dele que nas reflexões do maior executivo do mundo ficaram assim:

“Quando as pessoas cometem erros, a última coisa de que precisam é de ação disciplinar. O momento é de encorajamento e de reforço da autoconfiança. A tarefa é restaurar a auto-estima (…) humilhar alguém em um momento de fraqueza pode empurrar a pessoa para o que chamo de vórtice da GE. É algo que acontece em qualquer lugar. Percebe-se o vórtice quando os líderes perdem a autoconfiança, entram em pânico e se afundam no barco da dúvida em relação a si próprios.”

Jack teve quatro grandes iniciativas nos vinte anos em que comandou a GE: implantou o maior programa de qualidade da história da empresa, o Seis Sigma; Globalizou a empresa tirando os americanos e colocando gente do mundo inteiro para ocupar os cargos de liderança; Entrou no negócio de serviços (se eu fabrico os motores porque também não faço a manutenção deles?) e nos últimos anos entrou no mundo dos negócios via e-business. No auge da sua expansão a GE comprava uma empresa à cada quatro dias!

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Jack é um cara impaciente. Ele gosta de trabalhar muito, de ver resultados rápidos e sem burocracia. Daria um ótimo consultor pra fazer prefeituras e assembléias legislativas funcionarem. Uma das iniciativas mais curiosas de Welch se chama WORK OUT, uma forma rápida de incentivar a que os problemas sejam resolvidos por quem está mais próximo dele – usar a inteligência do trabalhador pra desenvolver soluções sem ensebar o processo com reuniões intermináveis ou com gerentes que não sabem as reais dificuldades da coisa toda (Se você já ouviu falar da Semco e do Semler isso não vai soar estranho).

O melhor da festa, JW deixou pra um dos últimos capítulos do livro quando ele faz um balanço do que é ser o presidente de uma empresa como a GE e manda uma receita de CEO. Confira:

- Seja íntegro, sempre;

- Dê o tom (o seu afinco e sua forma de tratamento serão imitados);

- Maximize o intelecto, colha as melhores idéias e espalhe-as. A GE apesar de conglomerar centenas de empresas e milhares de negócios em seu portfolio procura soluções o tempo todo no Google, na Microsoft e em diversas outras empresas fora do seu núcleo de negócios;

- Crie uma atmosfera informal;

- Comemore! Garanta que a sua equipe se divirta enquanto produz;

- Diferencie: premie os de melhor desempenho e erradique os de pior desempenho;

- Avalie o tempo todo!;

- Faça trabalho de campo, sempre. Sedes não produzem nada, escritórios não revelam o que pensa o seu cliente ou o consumidor do seu produto. Vá pra rua descobrir o que eles pensam, vá pra fábrica ver a coisa acontecer;

- Estratégia, ações e iniciativas devem ser comunicadas continuamente;

- Compreenda onde a empresa agrega mais valor e concentre ali os mais brilhantes;

- Gerencie de perto quando sentir que vai fazer diferença. Gerencie de longe quando não tiver nada a acrescentar;

E o principal pra mim e pra você: Trabalhe duro se você deseja ser o melhor.

Jack Definitivo tá aprovado mas ainda não acabou. Ontem mesmo já comecei a ler o  Executivo do século de Robert Slater - acho que ainda dá pra aprender mais um pouco com o professor Welch!

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Peça Demissão e vá trabalhar! Só me interessa isso.

 

 


Administração de materiais em sistemas informatizados

Julho 26, 2008

Excelente e-book!

Dica do meu amigo Rafael Egídio, trainee da RM Sistemas, mandando ver no Supply Chain baseado em sistemas informatizados. É só clicar abaixo pra fazer o download do arquivo em PDF.

SCM baseado em SI

Cool!


O Brasil que não lê – números

Julho 26, 2008

Adaptado do texto – Ler: prazer ou dever? de Roberto Pereira, ex-secretário de educação de Pernambuco.

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No Brasil 77 milhões de pessoas afirmam não gostar de ler, segundo o Instituto Pró-Livro em pesquisa de maio de 2008;

As principais razões para os não habituados à leitura são: 17% lêem muito devagar; 11% não tem paciência pra ler; 7% não compreendem o que lêem; 7% não conseguem se concentrar pra ler.

O IBOPE afirma que o brasileiro lê em média 4,7 livros/ano e compra 1,2 exemplares por ano.

Quando perguntada sobre o que prefere fazer em seu tempo livre, a maioria da população opta pela televisão (77%). A leitura foi citada como a quinta opção dos entrevistados atrás de hábitos como ouvir música, rádio e repousar.

O Brasil tem 18% de analfabetos segundo dados de 2006 do IBGE;

Entre os leitores que dedicam o seu tempo pra ler, 27% lêem revistas semanais e 20% jornais diários. Os livros ficam com 14% da fatia restante.

No Brasil existem 2008 livrarias para 186 milhões de brasileiros. Paris possui 2000 livrarias para 3 milhões de habitantes.

O Brasil possui 500 editoras que produzem anualmente 35000 títulos e 300 milhões de exemplares.

A pesquisa do Instituto Pró-Livro também afirma que o prazer de ler está muito mais ligado à literatura infantil enquanto o universo adulto é dominado pela leitura obrigatória aos estudos e a profissionalização.

Porque a gente lê tão pouco por aqui?


Era dos extremos

Junho 24, 2008

Pra não perder o costume de sempre postar no blog o livro que eu tô lendo (isso somente quando o livro é bom) eu recomendo pra você ERA DOS EXTREMOS (1914-1991) do historiador inglês Eric Hobsbawm. O livro é fundamental pra quem quer entender melhor o século em que nascemos, entender a “reforma” que originou o capitalismo moderno e curiosamente o que o fez triunfar como sistema de produção vigente até hoje.

Se você gosta de história, o livro é um banquete de capítulos críticos e magníficos e uma das obras mais lidas e indicadas sobre a história recente da humanidade.

Os melhores trechos do livro são aqueles que o autor relaciona a história do “breve século” com passagens da sua vida na ocasião em que ainda criança morou em Viena, Berlim e Londres.

Eu considero o livro como uma leitura imperdível se você quer começar a entender melhor o século em que você vive hoje partindo dos principais acontecimentos do passado.

Clique aqui pra comprar o livro nas Americanas.


O faxineiro e o Executivo

Abril 7, 2008

O faxineiro e o Executivo de Todd Hopkins e Ray Hilbert (“2008″) é a história de um executivo cheio de responsabilidades, cercado de pressão em casa e no trabalho e que tem a vida transformada pela convivência com Bob, o faxineiro que faz a limpeza do escritório tarde da noite. Os seis princípios ensinados por Bob trazem reflexões imperdíveis sobre valores a serem seguidos quando se pede por equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Eu vou comprar esse livro pra mim.

Clique aqui pra ler o primeiro capítulo do livro e depois clica aqui pra comprar na Livraria Cultura.

Arrebenta!


Marketing democrático

Abril 3, 2008

Marketing Democrático - como impulsionar uma marca sem grandes investimentos - é um e-Book COOL distribuído gratuitamente pelos publicitários espanhóis Alex Cabré e Guillermo Martorell.

Discussões interessantes sobre o poder do consumidor, novas tecnologias de marketing e o planejamento de ações de comunicação diferenciadas para os novos tempos estão na tônica do e-Book que você pode baixar gratuitamente aqui no Blog.

Clique aqui para baixar o e-Book Marketing Democrático (em espanhol).

 


A mãe de todas as batalhas

Fevereiro 1, 2008

o-dia-d.gif As minhas dicas de livros sempre partem dos livros que eu conheço, já li ou estou lendo. Atualmente eu ando muito entusiasmado com a bíblia do desembarque da Normandia: O Dia D – 6 de junho de 1944, de Stephen Ambrose.

O desembarque de tropas aliadas de diversas nacionalidades nas praias do norte da França, foi o grande momento da virada inglesa, americana e francesa sobre os alemães na 2a. Guerra Mundial.   Se você gosta de relatos detalhados e apaixonados acerca de grandes fatos históricos, este livro de 755 páginas vai te deixar tão surpreso quanto os filmes o Resgate do Soldado Ryan ou a série Band of Brothers, baseada no livro do mesmo autor. 

“São os jovens nascidos na falsa prosperidade dos anos 20 e que cresceram na dura realidade da depressão dos anos 30 que este livro retrata. A literatura que eles leram quando garotos era antibélica, cínica, retratando patriotas como otários e molóides como heróis. Nenhum deles desejava tomar parte em outra guerra. Eles queriam estar jogando baseball e não granadas de mão, atirando com armas calibre 22 em coelhos e não com carabinas M-1 em outros jovens. Mas quando veio o teste, quando houve que escolher entre lutar pela liberdade ou abandoná-la, eles lutaram, eram os soldados da democracia. Eram os homens do dia D e a eles devemos a nossa liberdade”. Stephen Ambrose

Clique aqui  pra comprar o Dia D.