Junho 10, 2009
No próximo dia 16, às 19hs o meu amigo Rafael Lucian lançará pela Editora Universitária o livro Sobrecarga de informações e o processo de decisão de compra na Livraria Saraiva do Shopping Recife.
Uma ótima oportunidade pra sacar a lógica de como o consumidor decide sobre a compra de um produto, diante da disponibilidade de tanta informação.
Será que tanta informação assim significa um EFEITO POSITIVO na hora de decidir o que comprar?
Sobrecarga de informações e o processo de decisão de compra.
Rafael Lucian na Saraiva Megastore do Shopping Recife
16/06, terça-feira, 19:00hs
Agendado!
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LIVROS, OPORTUNIDADE, SUA EMPRESA PRECISA DECOLAR | Etiquetado: LIVROS |
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Escrito por Eduardo Tavares
Abril 19, 2009
Visite empresas!
Não se detenha apenas nas praças, museus, baladas e pontos turísticos. Visite também as empresas!
Bata um papo com o gerente, converse com os funcionários, conheça a linha de produção, pergunte sobre como eles trabalham e saiba tudo sobre como a empresa funciona.
Você pode conseguir tudo isso enviando emails antes da sua viagem e falando do seu interesse em conhecer o funcionamento de uma empresa estrangeira. De cada dez emails enviados, no máximo dois serão respondidos (foi a minha média), mas com paciência e insistência você vai encontrar gente legal que vai comprar sua idéia.
Quando eu estive no Chile em 2006, tive a oportunidade de ser recebido pelo pessoal da Villalba Aceros e pela Cia. Gimsa Instapanel.
Ótima recepção, grande experiência!

Alex Soto da Cia. Villalba Aceros

Pablo Maldonado da Instapanel
Tranforme qualquer oportunidade em uma grande experiência!
Sempre.
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CARREIRA, EMPREGO NÃO!, OPORTUNIDADE | Etiquetado: Emprego, EMPRESAS, Negócios, OPORTUNIDADE, Trabalho, VIAGEM |
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Escrito por Eduardo Tavares
Janeiro 7, 2008
Uma oportunidade chamada Nordeste
por Thiago Nascimento
Nas décadas de 60, 70 e 80, aterrorizados pela seca e sem perspectiva de oportunidades profissionais, grande parte dos Nordestinos migraram para a região Sudeste em busca de ofertas de emprego.
Hoje, devido ao potencial do Nordeste – segunda região mais populosa do país (mais de 49 milhões de indivíduos/consumidores), poder de compra mais elevado da população, PIB superior ao de paises como: Chile, Singapura, Venezuela, Colômbia e Peru, recursos naturais e matéria-prima abundantes, grande potencial turístico, referência musical e cultural, etc.etc.etc. – diversas indústrias, empresas e executivos, em busca de qualidade de vida e novos mercados, estão fazendo o processo inverso de algumas décadas atrás: subindo para o Nordeste.
Outro fator que explica essa migração, é que seja expandindo seus próprios negócios ou formando parcerias com empresas locais, grandes investidores entenderam que não dá para realizar projetos eficientes e eficazes quando se está longe de um contexto tão diversificado e peculiar como o da região Nordeste, na qual se tem um consumidor atípico que seu comportamento e hábito de consumo influenciam diretamente no conteúdo do produto oferecido, distribuição, precificação e comunicação. Vejamos alguns cases:

Em 1996, a Unilever mesmo tendo produtos de referência em seu portfólio voltados para limpeza como, Omo, Minerva e Surf, lançou o Ala, exclusivamente, para atender a consumidora do Norte/Nordeste que tem necessidades e hábitos de consumo diferenciados. Através de pesquisas foi detectado que boa parcela das consumidoras nordestinas lavava roupa na beira do rio e em cima das pedras. Para as embalagens não se danificarem em um ambiente úmido e molhado desses, o detergente em pó Ala foi lançado com uma embalagem de plástico e não de caixa como convencional. Outra variável que precisou se adequar ao perfil do consumidor nordestino foi o preço, que é bem mais acessível. Já o cheiro ganhou uma fragrância refrescante de flores e frutas, que combina com o clima da região. Hoje, Ala tem 31% de participação em volume só no mercado de Recife. (Ibope/Dezembro 2004)
Já a Pepsico pensando em aumentar sua participação na região Nordeste através da Marca Elma Chips, criou uma série de ações para regionalizar a marca e conquistar o mercado Nordestino. A distribuição passou a ser própria e a disponibilidade do produto em fiteiros (pequenos estabelecimentos que vendem desde chicletes a cadarços de sapato e possuem alto volume de vendas) – que, diga-se de passagem, tem em grande quantidade na região – passou a ser maior. Reduziu o preço do Fandangos para R$ 0,90. Criou um produto com gostos nordestinos e aumentou a quantidade total de salgadinho por pacote. “A adequação dos produtos para o Nordeste levou a Elma Chips a atingir um crescimento médio na região de 35% ao ano”. Afirmou Gianetti – gerente de marketing do Nordeste da Pepsico/Elma Chips.Está claro que o Nordeste é uma região cheia de oportunidades, principalmente, quando falamos em produtos e serviços destinados a classe C,D. Agora, o que cada vez mais, as marcas e suas agências vão precisar entender, é que para ter sucesso com esse público será preciso ir muito além do oferecimento de produtos que se baseiem em estereótipos deturpados.
Mete bala Nordeste!
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Escrito por Eduardo Tavares