Marketing de guerrilha no Multishow

abril 22, 2009

Eu sou fã de um site/blog chamado Blog de guerrilha. O blog é da agência Espalhe, especializada em marketing de guerrilha, uma forma diferente e criativa de fazer marketing com baixo orçamento e fora das mídias tradicionais.

Um dos grandes exemplos de “marketing de emboscada” ou “de guerrilha” foi a sacada do SBT na final do campeonato brasileiro de 2000 ao comprar o patrocínio das camisas do Vasco na final contra o São Caetano (naquela ocasião a Globo teve que transmitir o jogo filmando os jogadores do Vasco com a marca do concorrente na camisa).

O Vida Loca Show do Multishow explica de forma bem-humorada o conceito do que é e de como fazer marketing de guerrilha. Assista:


Não sei

abril 22, 2009

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por Antônio Ermírio de Moraes

(na revista EXAME)

 “Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali.

 Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

– Será que vai chover hoje?

Se você responder “com certeza”… a sua área é Vendas:

O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é Marketing:

O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de Engenharia:

O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos Humanos:

Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”… você é da área de Contabilidade:

O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.

Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas”:

Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder “não sei”…

há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da EMPRESA.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.

Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo,

e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.

Parece simples,

mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.

Por quê?

Eu sinceramente “não sei”.


Quando você estiver fora do Brasil…

abril 19, 2009

Visite empresas!

Não se detenha apenas nas praças, museus, baladas e pontos turísticos. Visite também as empresas!

Bata um papo com o gerente, converse com os funcionários, conheça a linha de produção, pergunte sobre como eles trabalham e saiba tudo sobre como a empresa funciona.

Você pode conseguir tudo isso enviando emails antes da sua viagem e falando do seu interesse em conhecer o funcionamento de uma empresa estrangeira. De cada dez emails enviados, no máximo dois serão respondidos (foi a minha média), mas com paciência e insistência você vai encontrar gente legal que vai comprar sua idéia.

Quando eu estive no Chile em 2006, tive a oportunidade de ser recebido pelo pessoal da Villalba Aceros  e pela Cia. Gimsa Instapanel.

Ótima recepção, grande experiência!

Villalba Aceros, Santiago, 2006

 

 

 

 

 

 

 

 

Alex Soto da Cia. Villalba Aceros

Gimsa Instapanel, Santiago, 2006.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pablo Maldonado da Instapanel

Tranforme qualquer oportunidade em  uma grande experiência!

Sempre.

 


A era dos sem emprego

abril 19, 2009

do Canal Executivo do UOL por Walter Toledo Silva

O século XXI trouxe-nos inúmeras vantagens tecnológicas. Mas, como toda causa produz um efeito, as conseqüências desses avanços começam a ser sentidos por trabalhadores, empresas e governos. Estamos entrando na “Era do Não-Emprego”, como previa o autor americano Jeremy Riffkin. A tecnologia está fazendo com que os profissionais mudem seus hábitos e sua forma de pensar o trabalho. Os empregos tradicionais serão rapidamente transformados em história do passado. Seremos cada vez mais fornecedores de trabalho, com ou sem vínculo empregatício.

A cada dia, o trabalho passa a ser realizado pela categoria dos “profissionais sem emprego”. Na prática, sempre existirá muito trabalho para aqueles que souberem enxergar-se como fornecedores ou prestadores de serviços, aqueles que oferecem soluções para demandas ainda não plenamente atendidas. Aqueles que estiverem em condições de oferecer instantaneamente o conhecimento e habilidades necessárias, pelo tempo em que estas forem requeridas pelas organizações. Diferente do atual conceito de desempregado, os sem-emprego são “trabalhadores just-in-time”.

Voltemos aos primórdios da Revolução Industrial para que possamos entender a atual transformação do mercado de trabalho. Durante um certo período, o trabalho, que era empacotado em linhas operacionais adaptadas ao novo tipo de espaço produtivo, passou a oferecer grande número de vagas formais, principalmente com o surgimento das grandes companhias e suas imensas áreas burocráticas. Em nosso tempo, esses grandes espaços produtivos estão se encolhendo cada vez mais para atender a novas realidades econômicas e o trabalho está, mais e mais, sendo realizado por pessoas que não fazem parte do quadro fixo das empresas.

O profissional do futuro, daqui por diante, será aquele que melhor souber enfrentar turbulências, aquele que melhor se adapte às novas realidades e exigências do mercado. Quebrar paradigmas será uma necessidade vital para sua sobrevivência. Se atualmente já está difícil uma boa colocação para quem está preparado, o que não dizer para o despreparo da maioria. A estabilidade como se conhece hoje, não mais existirá. O funcionário será estável enquanto for necessário em sua função. Quando não mais o for, a estabilidade se quebrará tornando-o descartável.

Certamente, nossa sociedade terá que se preparar para os novos tempos, reorganizando leis trabalhistas e reformulando a própria educação para formar profissionais mais aptos a esse novo mercado. Empresas e organizações só sobreviverão se puderem contar com os melhores recursos humanos, disponíveis a cada momento, dentro de um cenário de demandas que mudam com velocidade inédita. Cada habilidade precisará ser aperfeiçoada para mostrar competência nesses novos tempos. Também está surgindo o estilo coaching de administração – empresas com forte característica de “times de sem-empregos”.

As que forem pró-ativas, rapidamente adotarão o novo modelo. Para ter sucesso em sua carreira, o profissional deverá deixar de pensar como empregado e passar a se comportar como se fosse um prestador de serviços, contratado por tarefas. Não bastará acertar de vez em quando, terá que acertar sempre ou para usar um jargão conhecido – “matar um leão por dia”.

Três pontos fundamentais passam a ser exigidos para este profissional do futuro: primeiro, o desafio que estimula as pessoas a lutar por alguma coisa; segundo, o resultado que dá a sensação de vitória e autoconfiança para continuar adiante. Em terceiro, a autorresponsabilidade, ou seja, a capacidade de corrigir erros cometidos e comemorar as vitórias.

Os trabalhadores da “Era dos Sem-emprego” terão de ser versáteis, multifuncionais e polivalentes. Por isso, é muito mais importante investir em uma preparação muito mais ampla que a usual para a ficção do emprego permanente. Este novo trabalhador também deverá pensar mais do que em sua experiência profissional e nos idiomas que fala, até porque, saber mais de uma língua será necessidade comum para todos os concorrentes.

Até mesmo o tradicional currículo profissional terá que ser revisto. O velho relatório de experiências e atividades passará a funcionar como um verdadeiro instrumento de publicidade: vendendo para quem o lê, todas as características, vantagens competitivas e pontos fortes do candidato a sem-emprego.

A fórmula para acertar nesse cenário, é aproveitar a oportunidade e estabelecer uma meta de crescimento e quando ela for atingida, planejar vôos mais altos. O vínculo do próximo século deverá ser com o trabalho que cada um sabe fazer, e não mais com o emprego ou com um empregador. Os empregos,de fato, estão desaparecendo

 


Tempo de crise

abril 8, 2009

Bem antes da crise americana se espalhar pelo mundo, mochileiros brasileiros sofreram um bocado em Québec, Canadá, 2007.

Uma visão bem humorada do que pode ser crise para o meu xará Eduardo, Camille, Allyson e eu.


Sun Tzu e Mario Puzo

abril 8, 2009

Se eu pudesse recomendar dois livros, somente dois livros, pra te ajudar sobre como se comportar nos negócios e na vida eu te recomendaria A arte da Guerra e O Poderoso Chefão.

Eu arriscaria até a dizer que ambos são complementares embora de um livro para o outro exista um intervalo absurdo: Sun Tzu escreveu a Arte da Guerra por volta de 500 a.C enquanto Mario Puzo, deu vida a Dom Vito Corleone, o poderoso chefão, somente em 1969 (d.C claro!).

Ah e não esqueça do filme: Francis Ford Copolla iniciou a trilogia da obra de Mario Puzo em 1975. O livro sem o filme e o filme sem o livro perdem um bocado do sentido.

A arte da Guerra é um tratado estratégico sobre guerra para generais chineses da antiguidade. Foi o livro de cabeceira de Napoleão e de outros grandes generais, enquanto Mario Puzo criou um romance majestoso sobre uma familia de gangsters ítalo-americanos numa guerra pelo poder e pela influência.

Estas duas obras são o meu I-Ching de frases e conselhos sábios de como se comportar pra liderar, influenciar, relacionar-se, cuidar da minha família e conseguir resultados nos meus objetivos. Eu amo estes dois livros.

A guerra acontece todo dia e o tempo todo. O desafio pra você é diário.

O dia em que você se sentir seguro, confortável e em paz  será o dia em que você vai morrer.


Jovens brasileiros começam cedo e estão entre os mais empreendedores do mundo

abril 4, 2009

   JA Captsone - Enterprise Village

Jovens brasileiros têm se interessado cada vez mais em abrir o próprio negócio, segundo revela o estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) divulgado nesta terça-feira (17) pelo Sebrae.

Ao todo, 15% dos brasileiros entre 18 e 24 anos são empresários, aproximadamente 4 milhões de pessoas. Do total de empreendedores do país, 25% possuem até 24 anos, o que faz do Brasil o terceiro colocado no ranking mundial, atrás do Irã (29%) e da Jamaica (28%).

A pesquisa constatou também que tem ocorrido uma crescente qualificação dos mais novos quando eles decidem montar uma empresa. De acordo com o GEM, 68% dos jovens empreendem por oportunidade, ou seja, acreditam que o empreendimento pode prosperar.
Outros 32% abrem o negócio por necessidade e por não ter outro meio de sobrevivência.

Ênio Pinto, gerente nacional de atendimento do Sebrae, explica que o alto índice de jovens que empreendem por oportunidade mostra uma melhora qualitativa no jeito de encarar o mundo dos negócios e torna os jovens mais preparados para enfrentar a competição. “Eles estão identificando melhor quais são os nichos de atuação e têm refletido mais sobre como empreender”, diz.

Simara Greco, do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBCQ), responsável técnica pelo estudo, acrescenta que jovens empreendedores estão entrando com muita força no mercado e há um espaço para o desenvolvimento de políticas públicas destinadas a esse setor da sociedade.

É importante ressaltar que em países em que a distribuição de renda é desigual, o jovem é obrigado a entrar no mercado de trabalho para ajudar na renda familiar. Nesses lugares a predominância do jovem empreendedor por necessidade é maior, pois há falta de emprego formal.

Perfil

De acordo com o GEM, o jovem empreendedor por necessidade tem renda na faixa de um a três salários mínimos e escolaridade de 5 a 11 anos. Eles desempenham, principalmente, serviços voltados ao consumidor (70%) em ramos do comércio e alimentação.

Por outro lado, jovens empreendedores por oportunidade dispõem de uma renda maior (36% ganham até três salários mínimos e 34% de três a seis salários) e uma escolariadade maior. Em geral, 25% cursam ou já terminaram o nível superior. “O jovem universitário, por exemplo, frente à escassez do trabalho formal, abre seu negócio em serviços especializados, tais como contabilidade, apoio jurídico, suporte de informática e outros”, explica Simara.

Fonte: PEGN on line