5 Hábitos das pessoas bem sucedidas

fevereiro 16, 2012

Newsletter do site QUEROFICARICO.COM/BLOG/

1) Jamais usar desculpas

Todos nós temos duas vozes. Há a voz que nos diz para trabalhar duro, para se concentrar na tarefa em mãos e para terminá-la antes de passarmos para a próxima. E para terminar bem.

Temos também a voz que nos diz para fazer uma pausa, para pensar sobre o que está na TV, ou para visitar um site tipo Facebook ou Twitter.

Na vida nós somos a vítima de injustiças, de tempos em tempos. Pode ser uma promoção que merecemos, mas não recebemos. Não importa quem somos, vamos ser tratados de forma injusta em algum ponto.

Podemos sentir pena de nós mesmos, ou empurrar para a frente e colocá-lo atrás de nós – até mesmo usá-lo como motivação.

Nelson Mandela poderia ter usado sua prisão injusta como uma desculpa para a sua raiva. Em vez disso, ele a usou como uma oportunidade para aprender, crescer, e futuramente salvar outros.

Ouça as suas desculpas. Em seguida, observe que elas não passam de um obstáculo para o seu sucesso.

2) Acordar bem cedo, dormir bem tarde

As pessoas que alcançaram o verdadeiro sucesso em suas vidas têm trabalhado para isso. Isso pode vir de sacrifícios de outras áreas de suas vidas, como a família ou vida social. Mas sua missão é, em primeiro lugar. Até que esteja completa, tudo o mais vem em segundo lugar.

Dormir, por exemplo é uma das coisas que você terá que abrir mão se você realmente quer atingir o sucesso. Ou você gosta mais de dormir do que gosta de ser bem sucedido?

Quando perguntaram para 50 Cent (rapper e ator americano) o que ele fazia quando não gravando, respondeu que quando não estava gravando um filme, estava compondo uma música.

Então perguntaram: “Quando você dorme?”. Ele respondeu: ”dormir é para aquelas pessoas que são quebradas. Eu não durmo. Por isso eu tenho mais uma oportunidade de fazer um sonho se tornar uma realidade.”

3) Sempre se questionar, nunca desistir

Todos nós temos momentos de dúvida. Mesmo o melhor de nós se questiona se o sonho vai se tornar realidade. A única coisa que separa o verdadeiro sucesso daqueles que nunca atingiram o seu verdadeiro potencial é uma fé inabalável no seu negócio.

Mesmo em momentos de dúvida, estão logo focados novamente, onde outros deixam a dúvida consumi-los e, finalmente, desistem.

Tenha seus momentos de dúvida. Você é humano. Só não deixe que a dúvida te consuma. Em vez disso, deixe-a motivá-lo a provar o seu otimismo direito.

4) Ter objetivos bem definidos

Muitas das grandes realizações do mundo foram realizadas por homens e mulheres inseguras, pessoas que tinham algo a provar para os outros. Um desejo de elevar o seu status e criar uma mudança tão forte, que o fracasso simplesmente nunca seria opção.

A razão de Abraham Lincoln tinha tudo a ver com sua visão de si mesmo em relação aos outros. Onde outros viam um menino pobre, analfabeto, Lincoln viu alguém capaz de alcançar mais, mesmo se tivesse que fazê-lo completamente sozinho.

Ele também viu a necessidade de mudança. Uma nação que pregava a liberdade mas não era livre. Viu algo de fundamentalmente errado com isso e começou a mudá-lo. O seus porquês não eram sobre ele. Que por sua vez fez dele um dos grandes homens da história.

Entenda por quê. Você tem que colocar a razão a trabalhar quando os outros dormem, a sacrificar uma vida segura para um arriscado sem teto. Encontre perguntando por que, e não pare até que você atinja seu núcleo, seja razão emocional para querer alterar seu status, ou o status dos outros.

5) Assumir riscos

Nenhum risco, nenhuma recompensa. Sim, é um clichê usado até demais. Mas é verdade. Aqueles que alcançaram o sucesso real, muitas vezes arriscou a mais para chegar lá.

Houve milhares (ou milhões!) de pessoas ao longo da história que tiveram a capacidade de alcançar a grandeza, seja pelo talento ou pela inteligência que tinham. O que não tinham era a coragem de arriscar a vida que eles estavam vivendo.

“A maior tragédia da vida é desperdiçar o talento.” ~ A Bronx Tale

Seu sonho grande e audacioso poderia ser se casar com a garota dos seus sonhos e ter uma família com ela. Seu risco poderia ser a de deixar a carreira que você ama, a fim de apoiá-la.

Seu sonho pode ser ajudar milhões de pessoas a viverem vidas mais longas e mais saudáveis. Seja qual for o seu sonho, dê chances o bastante de ser realizado.

Encontre o seu sonho. Então, arrisque TUDO para alcançá-lo.

Afinal, na vida há pessoas que querem que algo aconteça e outras que fazem acontecer.

Que tipo de pessoa você é?


Qual a Jabulani da sua empresa??

junho 26, 2010

A Jabulani é a bola da Copa. Ou melhor, a bola da vez. O Luis Fabiano já disse que ela é “sobrenatural”. Traiçoeira, sinuosa, leve, pouco obediente. No idioma zulu significa “celebração”. Deveria se chamar “Nossa Senhora das Desculpas”, pois já é a vilã da Copa, a fonte das explicações para quem fracassar na África do Sul. Jabulani é o álibi perfeito para quem não quiser assumir responsabilidades pelas suas decisões e competências.

Já vi times reclamando do campo, da chuva, do frio, da altitude, do juiz, da torcida, de “despacho”, da zebra, da “mão de Deus”. É a primeira vez que ouço, preventivamente, reclamações sobre a bola. Como se ela fosse ser utilizada por apenas um time. Se ela é diferente, mais leve, etc, ela o é para todos, que tem tido tempo para se adaptar, treinar, usá-la.

Faço essas considerações pois reflete um hábito bastante nosso: o de buscar desculpas e justificativas para nossa incapacidade de fazer o que tem de ser feito. Muito mais fácil atribuir a fatores externos a causa dos nossos problemas, dificuldades e incompetência de atingir objetivos, do que assumirmos essa responsabilidade como algo dentro de cada um de nós.

Há alguns meses fiz uma pesquisa com empresas e pessoas físicas sobre os motivos pelos quais não conseguiam atingir seus objetivos empresariais ou realizar seus sonhos de carreira. Fiquei surpreso quando vi que cerca de 92% atribuiam a culpa a concorrentes, ao governo, a taxa de juros, a tecnologia, ao mercado, ao custo do capital, E, no caso, de pessoas físicas, a culpa sempre é do chefe, da empresa, de algum familiar, da ex-mulher, do maridão, da falta de sorte, da chuva torrencial,  etc.

Sempre digo que o maior concorrente de uma empresa não é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços. O maior concorrente está dentro de casa: falta de objetivos claros, liderança ineficaz, falta de integração entre as diversas áreas, falta de inovação, atitudes como falta de iniciativa, foco, otimismo, relacionamento inadequado com canais distribuidores, atendimento ruim a clientes, etc.

Mas é muito mais fácil encontrar “jabulanis” como causa dos nossos problemas e ineficências… a sua empresa tem uma boa “jabulani” para explicar o inatingimento de resultados? E você, tem um bom “jabulani” que justifique porque você não consegue realizar seus sonhos na vida e na carreira profissional?

por César Souza da ÉPOCA Negócios


A era dos sem emprego

abril 19, 2009

do Canal Executivo do UOL por Walter Toledo Silva

O século XXI trouxe-nos inúmeras vantagens tecnológicas. Mas, como toda causa produz um efeito, as conseqüências desses avanços começam a ser sentidos por trabalhadores, empresas e governos. Estamos entrando na “Era do Não-Emprego”, como previa o autor americano Jeremy Riffkin. A tecnologia está fazendo com que os profissionais mudem seus hábitos e sua forma de pensar o trabalho. Os empregos tradicionais serão rapidamente transformados em história do passado. Seremos cada vez mais fornecedores de trabalho, com ou sem vínculo empregatício.

A cada dia, o trabalho passa a ser realizado pela categoria dos “profissionais sem emprego”. Na prática, sempre existirá muito trabalho para aqueles que souberem enxergar-se como fornecedores ou prestadores de serviços, aqueles que oferecem soluções para demandas ainda não plenamente atendidas. Aqueles que estiverem em condições de oferecer instantaneamente o conhecimento e habilidades necessárias, pelo tempo em que estas forem requeridas pelas organizações. Diferente do atual conceito de desempregado, os sem-emprego são “trabalhadores just-in-time”.

Voltemos aos primórdios da Revolução Industrial para que possamos entender a atual transformação do mercado de trabalho. Durante um certo período, o trabalho, que era empacotado em linhas operacionais adaptadas ao novo tipo de espaço produtivo, passou a oferecer grande número de vagas formais, principalmente com o surgimento das grandes companhias e suas imensas áreas burocráticas. Em nosso tempo, esses grandes espaços produtivos estão se encolhendo cada vez mais para atender a novas realidades econômicas e o trabalho está, mais e mais, sendo realizado por pessoas que não fazem parte do quadro fixo das empresas.

O profissional do futuro, daqui por diante, será aquele que melhor souber enfrentar turbulências, aquele que melhor se adapte às novas realidades e exigências do mercado. Quebrar paradigmas será uma necessidade vital para sua sobrevivência. Se atualmente já está difícil uma boa colocação para quem está preparado, o que não dizer para o despreparo da maioria. A estabilidade como se conhece hoje, não mais existirá. O funcionário será estável enquanto for necessário em sua função. Quando não mais o for, a estabilidade se quebrará tornando-o descartável.

Certamente, nossa sociedade terá que se preparar para os novos tempos, reorganizando leis trabalhistas e reformulando a própria educação para formar profissionais mais aptos a esse novo mercado. Empresas e organizações só sobreviverão se puderem contar com os melhores recursos humanos, disponíveis a cada momento, dentro de um cenário de demandas que mudam com velocidade inédita. Cada habilidade precisará ser aperfeiçoada para mostrar competência nesses novos tempos. Também está surgindo o estilo coaching de administração – empresas com forte característica de “times de sem-empregos”.

As que forem pró-ativas, rapidamente adotarão o novo modelo. Para ter sucesso em sua carreira, o profissional deverá deixar de pensar como empregado e passar a se comportar como se fosse um prestador de serviços, contratado por tarefas. Não bastará acertar de vez em quando, terá que acertar sempre ou para usar um jargão conhecido – “matar um leão por dia”.

Três pontos fundamentais passam a ser exigidos para este profissional do futuro: primeiro, o desafio que estimula as pessoas a lutar por alguma coisa; segundo, o resultado que dá a sensação de vitória e autoconfiança para continuar adiante. Em terceiro, a autorresponsabilidade, ou seja, a capacidade de corrigir erros cometidos e comemorar as vitórias.

Os trabalhadores da “Era dos Sem-emprego” terão de ser versáteis, multifuncionais e polivalentes. Por isso, é muito mais importante investir em uma preparação muito mais ampla que a usual para a ficção do emprego permanente. Este novo trabalhador também deverá pensar mais do que em sua experiência profissional e nos idiomas que fala, até porque, saber mais de uma língua será necessidade comum para todos os concorrentes.

Até mesmo o tradicional currículo profissional terá que ser revisto. O velho relatório de experiências e atividades passará a funcionar como um verdadeiro instrumento de publicidade: vendendo para quem o lê, todas as características, vantagens competitivas e pontos fortes do candidato a sem-emprego.

A fórmula para acertar nesse cenário, é aproveitar a oportunidade e estabelecer uma meta de crescimento e quando ela for atingida, planejar vôos mais altos. O vínculo do próximo século deverá ser com o trabalho que cada um sabe fazer, e não mais com o emprego ou com um empregador. Os empregos,de fato, estão desaparecendo

 


Mudança de endereço!

fevereiro 25, 2009

Você pode acessar o blog através do novo endereço:

www.pecademissaovatrabalhar.com


O mapa do tesouro pra 2009

dezembro 31, 2008

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“O homem tem tudo em suas mãos e se deixa escapar é porque tem medo” (um provérbio lá da Rússia).

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Todos os anos antes do dia 31 de dezembro terminar, eu sento na mesa da sala, rabisco um papel e depois mando pro Excel o meu mapa do tesouro pra o ano que vai começar.

Eu chamo de mapa do tesouro o meu planejamento pra o ano novo. Eu traço um mapa com tudo aquilo que eu quero começar, continuar ou concluir e quando já é dia em primeiro de janeiro, eu sei exatamente atrás de quê eu tenho que começar a correr pra fazer a coisa acontecer.

O meu segredo é planejamento, botar no papel as coisas que eu quero, as coisas em que preciso melhorar e me imagino com tudo isso concluído em dezembro do ano que ainda vai começar.

Você nunca vai me ouvir lamentar que o ano foi ruim ou que eu não consegui isso ou aquilo depois que o ano acabou.  Vencer começa na planilha, começa na mesa da sala rabiscando um pedaço de papel safado que é na verdade, o meu passaporte pra um ano ” du cá***”. 

Pra você começar bem o ano, siga o meu exemplo e bote no papel tudo aquilo que você deseja e acredita. Durma com o papel dobrado embaixo do travesseiro ou deixe o arquivo bem visível na área do desktop do seu laptop. Divida o seu planejamento por áreas da sua vida e discorra ao máximo sobre a sua vida profissional, acadêmica, seus projetos pessoais, seus planos pra uma vida saudável e as formas de como você pretende ajudar as pessoas no ano que vai começar.

Pra 2009 o grande destaque do meu planejamento tá nessa área: a forma como eu pretendo ajudar as pessoas.

Eu irei procurar 12 grandes histórias de gente que precisa de ajuda. Eu vou mudar o rumo da história de alguém todo mês à partir da minha interferência. Ainda não tá muito claro pra mim a forma como isso vai acontecer, mas à partir de janeiro eu já começo a prestar atenção em quem tá por perto pra começar a agir e a contar as histórias aqui no blog.

Outro desafio grande tá na minha vida profissional – tenho que fazer algo desafiador nessa área, algo que me dê orgulho e gere referências positivas no futuro. Isso não implica em permanecer na mesma empresa ou tentar consolidar coisas que comecei em 2008. É dinamite pura. Jogar uma bomba e zerar o cronômetro no dia 5 que é quando o rock começa.

No mais tá incluído fazer mais exercícios, se alimentar melhor, consolidar o networking e investir mais em preparação acadêmica. Preciso me tornar professor logo e começar a influenciar gente!!

Aos amigos que PEDIRAM DEMISSÃO E FORAM TRABALHAR em 2008 o meu abraço apertado. A quem se indignou com a desonestidade nas pequenas coisas o meu beijo.

Emprego é DOWN, Trabalho é UP!

O mundo gira por causa de vocês.

ROCK UP YOURSELF !!!

FELIZ 2009!


O que é diferencial competitivo?

julho 13, 2008

Diferencial competitivo é tudo aquilo que torna a sua empresa “ÚNICA” aos olhos do cliente ou tudo aquilo que torna você “DIFERENTE” aos olhos do seu chefe.

O mais interessante neste conceito é justamente que não adianta você ter um monte de diferenciais que só são percebidos por você. Um diferencial que ninguém nota não é diferencial.

Um diferencial só é diferencial se o seu cliente “perceber” estas vantagens, do contrário, possuí-lo não aumenta as suas vendas, não gera indicações importantes pra você e nem te faz conseguir pontos na empresa onde trabalha.

Competir através de diferenciais significa basicamente duas coisas: FOCO NO SEU ALVO (seu cliente ou seu chefe) e FOCO NA DIVULGAÇÃO DESTE DIFERENCIAL. Você deve ter em mente aquilo que é importante pra quem vai comprar o seu produto ou serviço e deve ser muito competente na hora de divulgar o seu diferencial.

Pra você começar a competir eu poderia preparar uma lista grande dizendo que você deve investir em projetos, manter-se atualizado sobre os negócios e o mercado da empresa, opinar nas reuniões, investir em networking, tornar-se polivalente na sua função ou outras dicas commodities que você deve tá cansado de ler na Você S.A. ou nas matérias de RH da Exame.

A sua orientação pra começar a competir deve ser sempre a seguinte: ENTRE NA CABEÇA DAS PESSOAS! PERCEBA O QUE É IMPORTANTE PRA ELAS E INVISTA PESADO EM DESCOBRIR FORMAS DE COMO SER NOTADO.

Agindo dessa forma você pode começar a pensar em conduzir todo mundo na direção que você quiser.

GO AHEAD BROTHER!


São as atitudes que escrevem a nossa história e não as nossas expectativas

março 28, 2008

O texto abaixo de autoria de César Ribeiro é a dica da Kátia Leite, aluna da pós em gestão de pessoas e uma das participantes da palestra Motivação: você ditando as regras da sua própria carreira, ministrada ontem na ESURP. Valeu pela dica Kátia!   

A construção do sucesso 

O pensamento do sucesso começa com idéias, sonhos, atitudes, educação e planejamento.

Tem muita gente que defende a idéia de que para alcançar o sucesso profissional bastar querer e querer intensamente. É isso, provavelmente, a primeira atitude de um vencedor.

Mas de nada vai adiantar desejar, se os planos não saírem do papel. Grande idéias nascem e morrem todos os dias por falta de um plano de ação que dê sustentação a elas. São as atitudes que escrevem a nossa história e não nossas expectativas.

Muitos dos que fazem sucesso afirmam todos os dias que não ficam esperando o sucesso bater às suas portas. Gosto sempre da afirmação do Abílio Diniz: “Enquanto alguns sonham com o sucesso, nós acordamos cedo para fazê-lo”. Ninguém chega onde quer chegar profissionalmente por um golpe de sorte.

Foi-se o tempo em que um currículo recheado de excelentes universidades e MBAs eram certeza de boa colocação profissional.

Não faltam exemplos, hoje, de pessoas com cursos, digamos aqui, apenas razoáveis, que conseguiram encontrar o caminho do sucesso até com mais solidez do que outros que vieram de grandes escolas.

Não há crítica aqui ao conhecimento ou a qualidade real das grandes escolas, mas sim a atitude do ser humano ou a falta dela. A diferença está nas decisões e na postura que a pessoa toma diante da vida.

A maior carência do mundo profissional não é de conhecimento e sim de atitude. As pessoas sabem o que tem de fazer, mas não fazem.

(…) O ser humano é o animal mais frágil do planeta. Ele só consegue ter força quando se une aos seus pares. Essa é uma visão filosófica, mas também muito utilitária. Mas é preciso sair do discurso para a ação. Não basta apenas trocar cartões. É necessário cultivar amizades e estabelecer vínculos. Não basta rezar, é preciso ir ao encontro de Deus!

E quando você estiver no topo, lembre-se das palavras do dramaturgo americano Wilson Mizner: “Seja simpático com as pessoas à medida que você for subindo, porque você encontrará com elas a medida que você descer”. Ou seja, humildade não faz mal a ninguém.