Filosofia de banheiro de escritório

fevereiro 7, 2012

”Melhor que o dia da contratação é o dia de pedir demissão”



Qual a Jabulani da sua empresa??

junho 26, 2010

A Jabulani é a bola da Copa. Ou melhor, a bola da vez. O Luis Fabiano já disse que ela é “sobrenatural”. Traiçoeira, sinuosa, leve, pouco obediente. No idioma zulu significa “celebração”. Deveria se chamar “Nossa Senhora das Desculpas”, pois já é a vilã da Copa, a fonte das explicações para quem fracassar na África do Sul. Jabulani é o álibi perfeito para quem não quiser assumir responsabilidades pelas suas decisões e competências.

Já vi times reclamando do campo, da chuva, do frio, da altitude, do juiz, da torcida, de “despacho”, da zebra, da “mão de Deus”. É a primeira vez que ouço, preventivamente, reclamações sobre a bola. Como se ela fosse ser utilizada por apenas um time. Se ela é diferente, mais leve, etc, ela o é para todos, que tem tido tempo para se adaptar, treinar, usá-la.

Faço essas considerações pois reflete um hábito bastante nosso: o de buscar desculpas e justificativas para nossa incapacidade de fazer o que tem de ser feito. Muito mais fácil atribuir a fatores externos a causa dos nossos problemas, dificuldades e incompetência de atingir objetivos, do que assumirmos essa responsabilidade como algo dentro de cada um de nós.

Há alguns meses fiz uma pesquisa com empresas e pessoas físicas sobre os motivos pelos quais não conseguiam atingir seus objetivos empresariais ou realizar seus sonhos de carreira. Fiquei surpreso quando vi que cerca de 92% atribuiam a culpa a concorrentes, ao governo, a taxa de juros, a tecnologia, ao mercado, ao custo do capital, E, no caso, de pessoas físicas, a culpa sempre é do chefe, da empresa, de algum familiar, da ex-mulher, do maridão, da falta de sorte, da chuva torrencial,  etc.

Sempre digo que o maior concorrente de uma empresa não é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços. O maior concorrente está dentro de casa: falta de objetivos claros, liderança ineficaz, falta de integração entre as diversas áreas, falta de inovação, atitudes como falta de iniciativa, foco, otimismo, relacionamento inadequado com canais distribuidores, atendimento ruim a clientes, etc.

Mas é muito mais fácil encontrar “jabulanis” como causa dos nossos problemas e ineficências… a sua empresa tem uma boa “jabulani” para explicar o inatingimento de resultados? E você, tem um bom “jabulani” que justifique porque você não consegue realizar seus sonhos na vida e na carreira profissional?

por César Souza da ÉPOCA Negócios


Negócio paralelo

junho 3, 2010

Por Bob Wollheim* Entrevistas a Mauro Cezar Pereira

(Revista VENCER Ed. 74)

Quem não tem um amigo ou parente que trabalha numa grande multinacional mas, com um colega, a mulher ou mesmo sozinho, possui um pequeno negócio paralelo, levante a mão! Garanto que serão poucos os braços levantados, pois essa é uma tendência cada vez mais comum num mundo repleto de incertezas, de um lado, e de oportunidades, de outro.
Não dá pra achar que um bom emprego durará para sempre, diriam alguns. A partir dos 40 anos, a vida profissional fica cada mais complicada, restrita e afunilada, alertariam outros. Existem tantas oportunidades, franquias, novas áreas, novas tecnologias, que não dá pra ficar de fora, provocariam os mais otimistas.
Seja qual for o motivo – e ele pode ser (e de fato muitas vezes é) a busca por fazer algo de que se gosta de verdade –, cada vez mais profissionais têm o seu negócio paralelo, tocado à noite e nos finais de semana ou dividido com um sócio que fica com as responsabilidades do dia-a-dia. Trata-se de uma tendência que me parece irreversível, uma vez que os bons empregos estão mais raros. As pessoas querem se preparar para a fatalidade. E, é importante lembrar, empreender um “side business” enquanto se está empregado pode ser uma saída muito inteligente. Minimizam-se os riscos, mantém-se uma fonte de renda (e de capital para o negócio), e é possível fazer uma transição mais suave de uma vida para outra, entre outras vantagens. A desvantagem? O fato de se tocar algo em paralelo faz com que não possamos dar 100% de nós mesmos ao negócio e muitos deles não sobrevivem sem esses 100%.
É muito comum também o “side business” ser exatamente o hobby, a paixão ou a realização do sonho do executivo ou da executiva e isso é muito interessante e gera resultados muito positivos. Recentemente abordamos o assunto nesta coluna. Fazer o que se gosta dá muito certo e cada vez mais pessoas estão se lançando nesse caminho. E, começar como “side business” pode ser um belo jeito de se iniciar um negócio, navegando mais suavemente pelas águas turbulentas do empreendedorismo, para garantir uma fonte de capital ao negócio, acostumando-se com a nova atividade (ou vida) e, ainda, conseguindo manter a ansiedade sob controle.
Há risco? Sim, o de ambas as vidas profissionais irem mal por falta de foco, objetividade e por você misturar todas as estações. É preciso cuidado e disciplina para que isso não aconteça e evitar que seu novo negócio paralelo não atrapalhe sua atividade principal, seja ela qual for.
Com esse cuidado em mente, está aí uma ótima fórmula para começar um empreendimento e se realizar como pessoa! Para entender melhor o processo, conversamos com alguns empreendedores que tocam seus negócios em paralelo às atividades principais. Confira a seguir os depoimentos de cada um.


José Augusto Rodrigues dos Santos, há 13 anos é executivo da Martin-Brower, empresa que presta serviços no controle da cadeia de suprimentos, e há um ano e meio tornou-se franqueado da escola Seven Idiomas:

Em minha atividade paralela, atuo mais na tomada de decisões, ou quando minha mulher, Lúcia, que se encarrega do dia-a-dia, necessita de apoio, especialmente nas questões financeiras ou de recursos humanos. Trabalho na Seven Idiomas à noite e durante os finais de semana. Mas essa rotina era mais forte no início, quando adquirimos a escola. Hoje, procuro me manter atualizado com tudo o que ocorre por meio de e-mail. Além disso, toda noite eu e a Lúcia conversamos sobre a escola. É como se cada jantar fosse uma reunião de diretoria.
A compra da escola deixou minha vida mais agitada, porém, me organizo para não perder o senso de prioridade. Tem sido interessante profissionalmente e acredito que isso ajude a reduzir meu estresse. Minha vida mudou. Reduzi o tempo de televisão e de descanso em casa e substituí por atividades mais produtivas e desafiadoras. Vejo diversos ganhos. Sob o ponto de vista econômico, espero obter dinheiro e ter segurança no futuro, mesmo tendo consciência do risco inerente a qualquer atividade empresarial. Já sob a ótica social, é muito bom saber que nossa atuação está gerando empregos.
E a vida familiar? Não deixei de dar atenção à minha família por causa da escola. Hoje é raro ter que gastar muito tempo trabalhando nos finais de semana. Eu e minha esposa entramos no negócio com muita seriedade e queremos vê-lo crescer. O vírus do empreendedorismo vai se alastrar quanto mais as pessoas perceberam que não devem depender do paternalismo do governo.

Paulo Bastos e Ricardo Wohnrath, executivos da 3Com desde 2004 e sócios em uma oficina de carros.

Somos sócios capitalistas e o terceiro sócio, Reinaldo, é quem realmente toca a oficina. Para mim, essa atividade é uma forma de descarregar o estresse acumulado da semana e, obviamente, uma forma de praticar o gosto por carros antigos. A prova de arrancada do Campeonato Paulista, realizada em um domingo por mês, no autódromo Interlagos, por exemplo, gera um movimento impressionante de carros para serem preparados. Com isso, uma rentabilidade bem expressiva. Trabalhamos também na revisão de automóveis convencionais no dia-a-dia.
Esse é um projeto definitivo para todos os sócios. Um deles, o Reinaldo, sobrevive deste negócio. Ele já tinha uma oficina menor na garagem de casa e, com a sociedade, quadruplicou o seu capital. Empregamos mais dois mecânicos e o investimento que fizemos se pagou em cinco meses. Hoje, a oficina já está gerando lucro e planejamos ir para um lugar maior devido à demanda.
Veja que é uma tendência dos profissionais da área de TI procurarem uma atividade que ajude a combater o estresse. Ter uma segunda atividade é uma tendência.

Marco Suplicy, fazendeiro de café e, desde 2002, dono da Suplicy Cafés Especiais, em São Paulo.

Na realidade, minhas duas atividades profissionais são complementares. Além de sócio de cafeteria, sou produtor de café. Hoje, com mais de dois anos desde a abertura da primeira loja, a rotina de ambos os negócios está equacionada. Há, durante a colheita (maio a setembro), uma maior atenção à fazenda, pois o número de funcionários safristas excede os regulares. Não deixo de fazer nada por causa disso e sinto uma gratificação pessoal e profissional por um trabalho bem-feito.
O fato de me dedicar a duas atividades diferentes não interferiu em minhas relações familiares. Dou a mesma atenção que daria, independentemente da minha atividade, e ainda sobra tempo para fazer outras coisas, ler e me divertir. Esse é um projeto definitivo de vida. Penso ser uma questão de disciplina e organização de cada um. No empreendedorismo, acho que mais profissionais seguirão esse caminho. Tenho certeza absoluta disso.

Gelma Franco, publicitária e dona da cafeteria Il Barista, em São Paulo.

Para conciliar mais de uma atividade profissional só tendo muita paixão e determinação pelo trabalho. E, para funcionar bem, no dia-a-dia, precisei me desdobrar e me policiar para não perder o foco nas minhas atividades e ficar mais atenta aos horários. Há momentos em que sinto falta de ter um tempo só para mim. Mas ganho conhecimento e realização pessoal.
Tento me transformar em uma supermulher e supermãe, dedicando um tempo maior às pessoas que amo. Passei a curtir mais minhas horas de folga e a valorizá-las também.
O Il Barista Cafés Especiais é o meu projeto de vida. Dedico-me com afinco e paixão todos os dias para oferecer os melhores cafés aos meus clientes. Mas para dar certo, em primeiro lugar dependo da minha estrutura familiar, do apoio do meu marido e dos meus filhos. É meu maior alicerce e a pedra fundamental para o meu sucesso. Depois, graças à tecnologia, fica fácil administrar à distância quando não se pode acompanhar tudo ao mesmo tempo.
Hoje, acho que a grande maioria das pessoas termina uma faculdade sem muitas esperanças de sucesso naquela determinada profissão. Então começam a trabalhar em um projeto qualquer, ou entram na fila da loteria da vida. O grande segredo de conseguir conciliar duas profissões é estar feliz consigo mesmo e buscar o equilíbrio. Sempre!”


Como não ser despedido

fevereiro 16, 2010

por Stephen Kanitz

Não há nada mais indigno na vida do que ser despedido por um “consultor”, como no último filme do George Clooney,

“Depois de 25 anos dando duro nesta empresa nem coragem eles têm de me despedir pessoalmente. Quando me contrataram, o Presidente da empresa me badalou, a esposa do presidente telefonou para minha esposa. Agora mandam um consultor que nunca vi na vida”.
Ser despedido no Brasil por um consultor ou por George Clooney é raro, normalmente é uma estagiária do RH de centro esquerda, a mais humana do departamento, do tipo “Eu sei o que o Sr. está sentindo”.

Sabe nada, aos 32 anos nunca foi despedida.

Ser despedido irá marcar o resto da sua vida, poderá gerar depressão, síndrome de pânico, até gerar um câncer devido à queda momentânea do seu sistema auto imune.

Qual o segredo para evitar este trauma inevitável na vida corporativa?

A maioria de vocês será despedida. Após os 60 anos de idade só sobra o Presidente da Empresa, e alguns diretores com 55.

Os 200 estagiários que entraram com você, todos serão dispensados até os 55, com exceção de 5 ou 6. Tem haver com a piramide populacional.

Portanto um dos segredos é saber que isto é inevitável, e que nenhuma empresa tem obrigação de mantê-lo empregado para o resto da vida, como muitos acreditam por conveniência.

Quem tem a obrigação de mantê-lo empregado e empregável é você.

O que você tem que se preocupar é se empresa te pagou bem nestes 25 anos de seu trabalho. Se pagou bem, ela não lhe deve nada. Ela cumpriu o contrato de trabalho.


Quando você estiver fora do Brasil…

abril 19, 2009

Visite empresas!

Não se detenha apenas nas praças, museus, baladas e pontos turísticos. Visite também as empresas!

Bata um papo com o gerente, converse com os funcionários, conheça a linha de produção, pergunte sobre como eles trabalham e saiba tudo sobre como a empresa funciona.

Você pode conseguir tudo isso enviando emails antes da sua viagem e falando do seu interesse em conhecer o funcionamento de uma empresa estrangeira. De cada dez emails enviados, no máximo dois serão respondidos (foi a minha média), mas com paciência e insistência você vai encontrar gente legal que vai comprar sua idéia.

Quando eu estive no Chile em 2006, tive a oportunidade de ser recebido pelo pessoal da Villalba Aceros  e pela Cia. Gimsa Instapanel.

Ótima recepção, grande experiência!

Villalba Aceros, Santiago, 2006

 

 

 

 

 

 

 

 

Alex Soto da Cia. Villalba Aceros

Gimsa Instapanel, Santiago, 2006.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pablo Maldonado da Instapanel

Tranforme qualquer oportunidade em  uma grande experiência!

Sempre.

 


A era dos sem emprego

abril 19, 2009

do Canal Executivo do UOL por Walter Toledo Silva

O século XXI trouxe-nos inúmeras vantagens tecnológicas. Mas, como toda causa produz um efeito, as conseqüências desses avanços começam a ser sentidos por trabalhadores, empresas e governos. Estamos entrando na “Era do Não-Emprego”, como previa o autor americano Jeremy Riffkin. A tecnologia está fazendo com que os profissionais mudem seus hábitos e sua forma de pensar o trabalho. Os empregos tradicionais serão rapidamente transformados em história do passado. Seremos cada vez mais fornecedores de trabalho, com ou sem vínculo empregatício.

A cada dia, o trabalho passa a ser realizado pela categoria dos “profissionais sem emprego”. Na prática, sempre existirá muito trabalho para aqueles que souberem enxergar-se como fornecedores ou prestadores de serviços, aqueles que oferecem soluções para demandas ainda não plenamente atendidas. Aqueles que estiverem em condições de oferecer instantaneamente o conhecimento e habilidades necessárias, pelo tempo em que estas forem requeridas pelas organizações. Diferente do atual conceito de desempregado, os sem-emprego são “trabalhadores just-in-time”.

Voltemos aos primórdios da Revolução Industrial para que possamos entender a atual transformação do mercado de trabalho. Durante um certo período, o trabalho, que era empacotado em linhas operacionais adaptadas ao novo tipo de espaço produtivo, passou a oferecer grande número de vagas formais, principalmente com o surgimento das grandes companhias e suas imensas áreas burocráticas. Em nosso tempo, esses grandes espaços produtivos estão se encolhendo cada vez mais para atender a novas realidades econômicas e o trabalho está, mais e mais, sendo realizado por pessoas que não fazem parte do quadro fixo das empresas.

O profissional do futuro, daqui por diante, será aquele que melhor souber enfrentar turbulências, aquele que melhor se adapte às novas realidades e exigências do mercado. Quebrar paradigmas será uma necessidade vital para sua sobrevivência. Se atualmente já está difícil uma boa colocação para quem está preparado, o que não dizer para o despreparo da maioria. A estabilidade como se conhece hoje, não mais existirá. O funcionário será estável enquanto for necessário em sua função. Quando não mais o for, a estabilidade se quebrará tornando-o descartável.

Certamente, nossa sociedade terá que se preparar para os novos tempos, reorganizando leis trabalhistas e reformulando a própria educação para formar profissionais mais aptos a esse novo mercado. Empresas e organizações só sobreviverão se puderem contar com os melhores recursos humanos, disponíveis a cada momento, dentro de um cenário de demandas que mudam com velocidade inédita. Cada habilidade precisará ser aperfeiçoada para mostrar competência nesses novos tempos. Também está surgindo o estilo coaching de administração – empresas com forte característica de “times de sem-empregos”.

As que forem pró-ativas, rapidamente adotarão o novo modelo. Para ter sucesso em sua carreira, o profissional deverá deixar de pensar como empregado e passar a se comportar como se fosse um prestador de serviços, contratado por tarefas. Não bastará acertar de vez em quando, terá que acertar sempre ou para usar um jargão conhecido – “matar um leão por dia”.

Três pontos fundamentais passam a ser exigidos para este profissional do futuro: primeiro, o desafio que estimula as pessoas a lutar por alguma coisa; segundo, o resultado que dá a sensação de vitória e autoconfiança para continuar adiante. Em terceiro, a autorresponsabilidade, ou seja, a capacidade de corrigir erros cometidos e comemorar as vitórias.

Os trabalhadores da “Era dos Sem-emprego” terão de ser versáteis, multifuncionais e polivalentes. Por isso, é muito mais importante investir em uma preparação muito mais ampla que a usual para a ficção do emprego permanente. Este novo trabalhador também deverá pensar mais do que em sua experiência profissional e nos idiomas que fala, até porque, saber mais de uma língua será necessidade comum para todos os concorrentes.

Até mesmo o tradicional currículo profissional terá que ser revisto. O velho relatório de experiências e atividades passará a funcionar como um verdadeiro instrumento de publicidade: vendendo para quem o lê, todas as características, vantagens competitivas e pontos fortes do candidato a sem-emprego.

A fórmula para acertar nesse cenário, é aproveitar a oportunidade e estabelecer uma meta de crescimento e quando ela for atingida, planejar vôos mais altos. O vínculo do próximo século deverá ser com o trabalho que cada um sabe fazer, e não mais com o emprego ou com um empregador. Os empregos,de fato, estão desaparecendo

 


Sem foco

novembro 9, 2008

Sarah diz:

Estou querendo trabalhar… você sabe de algo pra mim? Estou terminando administração…

Sarah diz:
tem?

Edu Tavares diz:
o q?

Sarah diz:
nessa area

Edu Tavares diz:
vc quer emprego ou quer trabalho?

Sarah diz:
TRABALHO

Edu Tavares diz:
então me diz o q vc sabe fazer e o q vc tá procurando

Sarah diz:
NA AREA ADMINUSTRATIVA

Sarah diz:
ADMINISTRATIVA

Edu Tavares diz:
Me diz o que você sabe fazer

Sarah diz:
Tudo

Edu Tavares diz:
se vc n sabe me dizer o q vc sabe fazer ou o q vc tá procurando, fica meio difícil vc conseguir alguma coisa

Sarah diz:
ADMINISTRAR EMPRESA

Sarah diz:
E O QUE QUERO

Sarah diz:
OU GERENCIAR

Sarah diz:
OU COORDENAR

Sarah diz:
SUPERVISAO

Edu Tavares diz:
me fala sobre o q vc já fez nessa área

Sarah diz:
TD

Sarah diz:

JA TRABALHEI NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA ADMINISTRANDO GABINETE

Sarah diz:
E ADVOGADOS E ASSOCIADOS

Edu Tavares diz:
me conta o q vc fazia como administradora de gabinete na assembléia

Sarah diz:
ADMINSTRAVA FUNCIONARIOS

Edu Tavares diz:
o que é “administrar funcionários”?

Sarah diz:
pq tanta  pergunta,  vc nao sabe?

Sarah diz:
o que e um administrador?

Edu Tavares diz:

eu não sei o que é “administrar funcionários na Assembléia Legislativa”

Sarah diz:
entao lê no dicionario

Sarah diz:
que deve ter o que é administrar

Sarah diz:
ou  pega um livro e leia mas

Edu Tavares diz:
Sem foco você vai ter muita sorte se conseguir um emprego… pq trabalho ninguém vai querer te dar.

09/11/08 – 17:50